
Imagem do dia em que os vereadores foram pressionados
para aprovarem o projeto EM-054/2015
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Servidores pedem apoio do Legislativo Municipal ao movimento grevista Quarto andar da prefeitura foi ocupado; presidente da Câmara irá tentar reabrir negociação com Executivo. Os servidores públicos municipais de Divinópolis estiveram presentes na porta da Prefeitura iniciando hoje (28) o movimento de greve, que reivindica a recomposição da inflação nos salários, conforme compromisso firmado publicamente pelo prefeito Vladimir Azevedo. Além da ocupação do 4º andar da Prefeitura, o primeiro dia de greve foi marcado pelo pedido de apoio ao Legislativo Municipal. Amanhã (29) a greve continua, sendo que a concentração será na porta da Secretaria Municipal de Saúde, às 7 horas. Segundo a presidente do Sintram, Luciana Santos, amanhã (29) já está confirmado um grupo de seis servidores dispostos inclusive a dormir no 4º andar para que o prefeito Vladimir receba e negocie com a categoria. Também no primeiro dia de greve houve pedido de apoio ao Legislativo Municipal, solicitando o trancamento da pauta de votação. A presidente do Sintram, Luciana Santos, acompanhada do diretor Eduardo Parreira, e dos servidores Hermes Silva, Neilvado Ronald, Geise Silva, estiveram reunidos com o presidente do Legislativo, Rodrigo Kaboja. O presidente Rodrigo Kaboja se prontificou a entrar em contato com o prefeito, Vladimir Azevedo, para reabrir a negociação com o sindicato e agendou para amanhã (29), às 13 horas, uma reunião com todos os vereadores, diretoria do Sintram e comissão de servidores. Sobre o trancamento da pauta, o presidente Kaboja não descartou o pedido e disse que assim que tiver o retorno do prefeito irá entrar em contato com o Sintram. Os servidores estiveram presentes até as 17h na porta da Prefeitura, sendo que amanhã (29) o movimento terá início às 7 horas, em frente à Secretaria Municipal de Saúde – Semusa, saindo em passeata e permanecendo na porta da Prefeitura. “A concentração amanhã será em frente à Semusa como forma de protesto contra o desrespeito do secretário de saúde, David Maia, que suspendeu o ponto facultativo da saúde no dia 24 como forma de retaliação aos servidores, que aderiram à paralisação no último dia 21”, declarou a presidente Luciana Santos. |
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