FOI SÓ TUCANOS aparecerem no LISTÃO DA ODEBRECHT e MPF não querer DELAÇÃO PREMIADA e MORO lembrar que existe sigilo de Justiça (LISTA COMPLETA)

Publicado por: suporte

Depois que um listão contendo o nome de 200 políticos, de 18 partidos, entre eles a maioria de membros da oposição, ministros de governos, senadores de deputados, ter ido parar nas mãos da Policia Federal, em consequência de uma busca da Operação Lava Jato, na sede da Construtora Odebrecht, que o Ministério Público Federal logo disse que, não basta a empreiteira ter divulgado a intenção de fazer um acordo de delação premiada, que exige sigilo e ainda que a suposta intenção não é o bastante para apagar os indícios de obstrução da investigação que os procuradores observaram. O MPF, pela primeira vez afirmou não ter interesse em uma Delação Premiada da construtora – Já o Juiz Sergio Moro, logo decretou o sigilo dos autos com a lista que contem os 200 nomes dos políticos – Moro em despacho, intimou o MPF para que se manifeste com urgência sobre o envio do documento para o Supremo Tribunal Federal, para dar continuidade da apuração em relação as autoridades que constam no listão, mas que tem foro privilegiado – Que fato quase inusitado, o MPF não querer a Delação Premiada da empreiteira, e o Moro, logo decretar sigilo – Veja alguns dos 286 nomes: Candidato Neves, José Serra, Jutahy Magalhães, Nelson Marquezam, Marcio Lacerda, Arthur Virgilio, Teotônio Vilela, Rui Pimenta, Rodrigo Maia, João Alves, Henrique Alves, José Sarney, Eduardo Paes, Sergio Cabral, Eduardo Cunha, Jorge Picciani, Manoela D´Avila, Ratinho Junior, Celso Russomano, Paulinho da Força, Raul Jungmann, e mais de duas centenas de nomes – Veja materia do jornalista Fernando Rodrigues

Adão Villaverde (PT-RS)
Maria do Rosário (PT-RS)
Helen Cabral (PT-RS)
Marcia Lopes (PT-PR)
Maria do Carmo Lara (MG)
Gustavo Fruet (PDT-PR)
Ratinho Junior (PSC-PR)
Luciano Ducci (PSB-PR)
Renato Casagrande (PSB-ES)
Sergio Machado (PMDB-RJ)
Armando Monteiro (PTB Estadual PE)
Sebastião Almeira (SP PT Nacional)
Raimundo Colombo (SC PSD Nacional)
Vanessa Grazziotin (AM – PC do B Candidato)
Raul Jungmann (PE – PPS – Estadual PE)
Renato Casagrande (ES – PSB Nacional)
Burnier (Nova Iguaçu RJ – PMDB Estadual RJ)
Elias Gomes (PE – PSB Estadual PE)
Tarcila Crussius (POA)
Wandert Dilorenzo (POA)
Nelson Marquezan (POA)
José Serra (SÃO)
Duarte Nogueira (RPR)
Paulo Barbosa (SAN)
Dep Fed Jutahy Magalhães (SSA)
Paulo Camara (SSA)
João Almeida (SSA)
Marcio Lacerda / PSB (BHZ)
Demir (Contagem / MG)
Luiz Paulo Veloso Lucas (VIX)
Arthur Virgilio (MAN)
Tiao Bucalon (RBR)
Theotonio Vilella (MAC)
Rui Palmeira (MAC)
Firmino Filho (TER)
Reinaldo Azambuja (CGR)
Guilherme Maluf (CUI)
Elias Gomes (JGR)
Brujo Araujo (PE)
Daniel Coelho (PE)
Arquivo 5, p. 15
Arquivo 5, p. 27 e
arquivo 6, p. 1
Cicero Lucena (JPE)
Romero (CGN)
Rogerio Marinho (NAT)
Otavio Leite (RJO)
Rodrigo Maia – DEM (RJO)
João Alves – DEM (ARA)
Vereadores PSDB-SP
Candidato Neves (Neves / MG)
Candidato Valadares (Valladares/MG)
Candidato Porto Velho (PVE)
Candidato Palmas (TOC)
Eduardo Paes (PMDB)
Aspasia Camargo (PV)
Clarissa Garotinho (PR)
Jorge Felipe (PMDB)
Antonio Guarana (PMDB)
Cesar Epitacio Maia (DEM)
Alfredo Sirkis (PV)
Caiadinho (DEM)
Marcelo Sereno (PT)
Dr. Aluísio (PV)
Sabino (PSC)
Rodrigo Neves (PT)
Sérgio Sveiter (PSD)
Jose Zito (PP)
Rosinha Garotinho ((PR)
Sergio Cabral (PMDB)
Luis Fernando Pezão (PMDB)
Paulo Mello (PMDB)
Jorge Picciani (PMDB)
Eduardo Cunha (PMDB)
Andre Corream(PMDB)
Francisco Dornelles (PP)
Lindbergh Farias (PT)
Carlos Todeschini
Tarcísio Zimmermann
Ronaldo Zülke
Gilmar Rinaldi
Jairo Jorge
Marco Maia
Fernando Marroni
Marcos Daneluz (MM)
PT Curitiba
Jorge Samek
Marcia Lopes
Carlito Mers
Fernando Haddad
Francisco Chagas
Antonio Donato
(indicações do Dep. Edinho Silva)
Francisco Daniel Celeguin de Moraes
Luiz Marinho
Carlos Grana
Donizete Braga
Sebastião Almeida
João Paulo Rillo
Nelson Pelegrino
Humberto Carballal
Waldir Pires
Giovani
Lessa
Pinheiro
Vânia Galvão
Carlos Martins
Ademar Delgado
Luis Tavares
Carmem Gandarella
Jeferson Andrade
Jussara Márcia
Patrus Ananias
Maria do Carmo Lara
Humberto Costa
Pedro Eugênio
Paulo Garcia
Rodrigo Neves
Fatima Cleide (RO – anotado à caneta)
Jacques Pena (BSB – anotado à caneta)
Wellington Dias (PI – anotado à caneta)
Geraldo Júlio (PSB)
Mendonça Filho (DEM)
Jarbas V Filho (PMDB)
Pedro Eugênio (PT)
Demandas EC
Severino Branquinho
J. Agripino / G. Alves
(Indicação Mendes Thame)
(indicação do PSDB)
Paulo Abi-Ackel
Dudu Rosalva
Cleiber Santana
Arquivo 6, p. 8
Arquivo 6, p. 12
Arquivo 6, p. 21
Pablo Mendes Ribeiro
Mauro Zaquia
Marco Alba
Gabriel Chalita
Sergio Aquino
Nilson Bonome
Vanessa Damo
Mário Kertesz
Dep Fed Artur Maia
Mauro Poeta
Marcio Biolchi
Pedro Godinho
Dinha
Jarbas Vasconcelos Filho
Renan
Cristiano Mateus
Cacau Gomes
Nilton Costa
Abelardo Leopoldo
Henrique Alves
Romero Jucá
José Sarney
Eduardo Paes
Jorge Felipe
Jorge Picciani
Milton Leite
ACM Neto
Jose Carlos Aleluia
Leonardo Prates
João Alves Filho
Jefferson Morais
Rodney Miranda
Renato Moling
Ana Amélia Lemos
João Carlos Nedel
Kevin Krieger
Afonso Hamm
Mano Changis
Frederico Antunes
Fischinha
Dep. Jose Otavio Germano
Otomar Vivian
(Indicação Ricardo Barros)
Luiz Fernando Faria
Agnaldo
Arquivo 6, p. 23
Arquivo 7, p. 2
Arquivo 7, p. 4
Beto Mansur
Paulinho Fiorella
Jeferson Andrade
Alberto Castro
(Beto Albuquerque)
Heitor Schulk
Luciano Ducci
José Pavan Junior
Jonas Donizette
Manuela D’Ávila
José Fortunati
João Bosco Vaz
Toni Proença
Jussara Cony
Paulo Azeredo
Marcelo Esvim
Gilmar Sossela
Diversos Vereadores
Gustavo Fruet
Ratinho Junior
Antonio Ceron
César Souza Junior
Celso Russomano
Paulinho da Força
(indicação PC do B)
(indicação do PV)
Aidan Ravin
Leonice da Paz
Marquinhos Bola
Chiquinho do Zaira
Atila Jacomussi
Pedro Serafin
Dep Est Marcelo Nilo
Edvaldo Brito
Dep Federal Daniel Almeida
Geraldo Junior
Tonha Magalhães
Maurício Bacelar
Firmino Filho
Roberto Freire
Nelson Marchezan Junior
Osmar Gasparini Terra
Soninho Francine
Fabio Branco (Colorido)
Arquivo 9, p. 6
Arquivo 7, p. 6
Arquivo 7, p. 4
Arquivo 7, p. 8
Arquivo 8, p. 4
José Sarney (Escritor)
Sergio Cabral (Proximus)
Eduardo Paes (Nervosinho)
Eduardo Cunha (Carangueijo)
Jorge Picciani (Grego)
Romero Jucá (Cacique)
Cristina Carrara
Tito (PT)
Dr. Paulinho (PV)
Oswaldo Barba
Silval (PP)
Priante
Isaac
Geraldo – PT
Randolfo (PSOL)
Raimundo Colombo
Jaison Cardoso
Roberto Carlos de Sousa
Sebastião Almeida
Vanessa Graziotin
Aluizio Mercadante
Geraldo Alckmin
Jaques Wagner
Anthony Garotinho
Marconi Perillo
Agnelo Queiroz
Nervosinho / Diversos
Demóstenes Torres
Roseana Sarney
Luis Sérgio
Julio Lopes
Mazinho
Jorge Bittar
João Paulo Cunha
Paulo Melo
Paulo Souto
Eduardo Campos
Silas Brasileiro
Champagne
Silas Brasileiro
Despota
Marcelo Sereno
Gato Angora
Neto Richa
Bruno Cavalcanti
Arquivo 9, p. 6
Arquivo 9, p. 12
Arquivo 9, p. 16
Arquivo 9, p. 18
Lomanto Junior
Heraclito Fortes
Aécio Neves
Jader Barbalho
Vander Loubet
Paulo Pereira da Silva
Tarso Genro
Rita Camata
Antero Paes
Luiz Henrique Madndetta
Aldo Rebelo
Arthur Maia
Orlando Tolentino
Paulo Teixeira

Fonte: Polícia Federal.

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Elaboração: Blog do Fernando Rodrigues

Veja matérias da Folha e do Brasil 247

Planilha mostra pagamentos a 200 políticos; juiz Moro decreta sigilo

A Polícia Federal encontrou em uma ação de busca da Operação Lava Jato planilhas de pagamentos da Odebrecht para cerca de 200 políticos de 18 partidos. Os repasses foram feitos nas campanhas municipais de 2012 e para a eleição de 2014. Na relação, surgem nomes de ministro do governo, senadores e deputados, todos com foro no STF.

Não é possível de antemão saber se os pagamentos são doação eleitoral ou propina. Mesmo que não estejam na prestação de contas registrada pelo Tribunal Superior Eleitoral, é possível que sejam as chamadas “doações ocultas”, ou seja, repasses feitos aos partidos de forma legal, que depois se destinam aos candidatos.

Veja planilha
Os documentos foram apreendidos nas buscas realizadas em um endereço do executivo da empreiteira Benedicto Barbosa Júnior, o BJ, durante a 23ª fase da Lava Jato, em fevereiro, que tinha como alvo principal o marqueteiro João Santana.

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Entre os políticos mencionados na lista, estão os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Lindbergh Farias (PT-RJ) e o ex-governador pernambucano Eduardo Campos (PSB), que morreu em agosto de 2014.

Os investigadores apuram se os repasses se tratam de uma contabilidade paralela da empresa, que foi alvo da 26ª fase da Lava Jato, deflagrada na terça-feira (22). Ainda não há uma conclusão se os pagamentos são ilícitos.

As planilhas apontam também pagamentos a candidatos indicados por líderes políticos de expressão. Em arquivos da eleição de 2012, por exemplo, há itens como “indicações dep. Edinho Silva”, em referência ao atual ministro da Comunicação Social, do PT, e “vereadores PSDB-SP”. Também projeta pagamentos para grupos de “parceiros históricos” –relação que inclui o ex-presidente José Sarney, o atual presidente do Senado, Renan Calheiros, e o senador Romero Jucá, todos do PMDB.

As listas detalham ainda quanto cada empresa do grupo Odebrecht doaria para cada político. As empresas são chamadas de “sponsor” (patrocinador, em inglês).

SIGILO
O juiz Sergio Moro, que conduz os processos da Lava Jato, decretou o sigilo dos autos que contêm as planilhas da Odebrecht com os nomes de 200 políticos.

Em despacho, o juiz também intima o Ministério Público Federal que se manifeste “com urgência” sobre o envio do documento ao STF (Supremo Tribunal Federal). “Para continuidade da apuração em relação às autoridades com foro privilegiado”, afirmou o juiz.

Os papéis eram públicos até a manhã desta quarta-feira (23), mas já estão sob sigilo. Na relação da Odebrecht, surgem nomes de ministro do governo, senadores e deputados, todos com foro no STF.

“Em decorrência de notícias da imprensa, constato que, aparentemente, na residência de Benedicto Barbosa da Silva Júnior foram apreendidas listas com registros de pagamentos a agentes políticos”, diz Moro no despacho.

“Prematura conclusão quanto à natureza desses pagamentos. Não se trata de apreensão no Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht e o referido Grupo Odebrecht realizou, notoriamente, diversas doações eleitorais registradas nos últimos anos”, ressalta o juiz.


EM NOTA, MPF DIZ NÃO QUERER DELAÇÃO DA ODEBRECHT

Anúncio foi feito no dia em que vazou uma lista com nomes de 200 políticos que supostamente receberam propina da construtora – a grande maioria da oposição; em nota, o Ministério Público Federal diz que o fato de a Odebrecht ter divulgado a intenção de fazer o acordo fere diretamente a lei que trata das delações premiadas, que exige sigilo, e que a suposta intenção da empresa não é suficiente para apagar os indícios de obstrução da Justiça observados pelos procuradores durante as investigações; listão da Odebrecht tem nomes como Aécio Neves, Eduardo Cunha, Cássio Cunha Lima, Antônio Imbassahy e Agripino Maia

O Ministério Público Federal divulgou uma nota em que nega negociar com a Odebrecht um acordo de delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato.

O anúncio foi feito no dia em que vazou uma lista com nomes de 200 políticos que supostamente receberam propina da construtora – a grande maioria da oposição. O listão da Odebrecht tem nomes como Aécio Neves, Eduardo Cunha, Cássio Cunha Lima, Antônio Imbassahy e Agripino Maia (leia mais).

Na nota, os procuradores dizem que o fato de a Odebrecht ter divulgado a intenção de fazer o acordo fere diretamente a lei que trata das delações premiadas, que exige sigilo, e que a suposta intenção da empresa não é suficiente para apagar os indícios de obstrução da Justiça que foram observados pelos procuradores durante as investigações.

Abaixo, a íntegra:

Leia a íntegra da nota do MPF

O Ministério Público Federal, diante da nota emitida pelo Grupo Odebrecht em 22 de março de 2016, bem como da sua repercussão na imprensa, vem esclarecer:

1. não existe sequer negociação iniciada sobre acordos de colaboração com executivos ou leniência com o Grupo Odebrecht;
2. a simples manifestação dessa vontade pela imprensa, seja por indivíduos, seja por qualquer grupo empresarial investigado, não possui qualquer consequência jurídica, motivo pelo qual as investigações e atos processuais continuarão em andamento;
3. a divulgação de qualquer intenção de acordo através de imprensa fere o sigilo das negociações exigido pela lei para a celebração do acordo;
4. a simples intenção demonstrada não tem o condão de descaracterizar a contínua ação do Grupo Odebrecht em obstruir as investigações em andamento, como ficou caracterizado na recente 26ª fase da Operação Lavajato, com a tentativa de destruição de seu sistema de controle informatizado de propina;
5. o Ministério Público Federal mantém o entendimento de que acordos de leniência e de colaboração premiada somente são possíveis com o completo desvelamento, por parte dos envolvidos, dos fatos criminosos que já são investigados, além da revelação plena de outras ilegalidades que tenham cometido e que ainda não sejam de conhecimento das autoridades, e da reparação mais ampla possível de todas essas ilegalidades.

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