Em NOTA OFICIAL enviada para a imprensa, logo após o término da reunião que ocorreu nesta terça-feira (15) entre a Administração Municipal e a diretoria do Sindicato dos Servidores Municipais de Divinópolis e Região (SINTRAM), o e o Prefeito Vladimir Azevedo, acompanhado de membros do CAAF, foi demonstrado que nos últimos sete anos, a folha de pagamento teve um crescimento de 112,75%, enquanto a inflação acumulada no período foi de 64,48%, portanto já existe um ganho real de 48,27% – Ainda segundo a nota, desde de 2009 a administração do prefeito Vladimir Azevedo, vem repondo integralmente a inflação, permitindo ao funcionalismo acumular ganhos reais em benefícios e outras vantagens integradas em seu plano de cargos e salários – A nota é finalizada, afirmando que: “Discutir qualquer índice de revisão salarial neste momento de grave crise financeira, significa dizer que o município não terá condições de honrar com os pagamento, principalmente com a folha do servidor, tratada por esta gestão como prioridade, rigorosamente em dia e até antecipada como ocorreu na maior parte do tempo nesta gestão” – Resumo da opera, é que não haverá nenhum reajuste e tão pouco nenhum índice de ganho real. Com isso os diretores do SINTRAM, em especial o presidente não oficial do sindicato, Alberto Gigante Quadros, o grande estrategista sindical, terá um árduo trabalho em se explicar para os servidores na Assembleia desta quarta (16), e dificilmente, por total falta de confiança, a diretoria não conseguirá mais aglutinar os servidores para fazer qualquer manifestação. Isso se a oposição não pedir antecipadamente que toda diretoria renuncie, que é o que mais se comenta entre os servidores.
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Nota à imprensa
Divinópolis, 15 de março de 2016 - Em reunião nesta terça-feira (15/03), entre a Administração Municipal e a diretoria do Sindicato dos Servidores Municipais de Divinópolis e Região (Sintram), foi demonstrado pelo município que nos últimos sete anos, referentes à gestão do Prefeito Vladimir Azevedo, a folha de pagamento teve um crescimento de 112,75%, enquanto a inflação acumulada deste período foi de 64,48%.Desde 2009, a administração do Prefeito Vladimir Azevedo vem repondo integralmente a inflação, permitindo ao funcionalismo acumular ganhos reais com benefícios e outras vantagens integradas em seu plano cargos e salários. Descontada a inflação no período, os servidores municipais tiveram um superávit de 48.27%.
Esta progressão salarial dos servidores é desproporcional à Receita do município, que apresenta acentuada queda de arrecadação, fruto de equívocos na condução da política econômica do País. Só com políticas de incentivo fiscal, a exemplo da desoneração do IPI dado pelo Governo Federal a montadoras de veículos e a Indústria da chamada linha branca, Divinópolis deixou de receber valores estimados em R$ 200 milhões, nestes últimos sete anos. Soma-se a isso, despesas inesperadas herdadas de gestões de anteriores em valores de cerca de R$ 30 milhões em precatórios e dívida junto à Diviprev.
A realidade é que a maioria dos municípios brasileiros e parte dos Estados da Federação encontram-se em situação de calamidade financeira, a exemplo do que foi decretado recentemente pela cidade de Betim. Diante deste quadro, em fevereiro passado, na Frente Mineira de Prefeitos (FMP), que representa as cidades-polo de Minas Gerais, os prefeitos mineiros registram em ata: “Manifestação unânime de todos os prefeitos foi na direção da extrema dificuldade de corrigir o salário dos servidores para o ano de 2016, seja a inflação ou aumento real”.
Discutir qualquer índice de revisão salarial neste momento de grave crise financeira, significa dizer que o município não terá condições de honrar com os pagamento, principalmente com a folha do servidor, tratada por esta gestão como prioridade, rigorosamente em dia e até antecipada como ocorreu na maior parte do tempo nesta gestão.
Por fim, a Administração Municipal – que sempre pautou pelo respeito e valorização do servidor – ao proporcionar superávit de 48,27% entende que superou os patamares e cumpriu muito mais do que o compromisso de reposição inflacionária. E isso se deu sem aumento expressivo no número de funcionários que cresceu apenas 2,82% contra 40,56% no mesmo período anterior à atual gestão.
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Divinópolis, 15 de março de 2016 -





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