Município de Divinópolis declara guerra contra mosquito Aedes Aegypti

Publicado por: suporte


De acordo com a coordenador da Atenção Primária, Mary Alves Sant”Anna Vieira, o momento é de unir forças para combater esse vetor que é o causador da dengue, Zika vírus – que vem sendo apontado pelo surto de microcefalia no Brasil – e da febre chikungunya. Mary também destaca que o mesmo ACS que faz o contato nas ações da Saúde da Família é o mesmo que irá visitar as casa da população no combate ao Aedes aegypti. “A população receberá na sua casa os agentes comunitários de saúde da sua área de abrangência onde é ESF serão os mesmo e nas outras áreas será o agente de endemias que já faz o acompanhamento rotineiro nas casas. Todos estarão identificados por uniformes e crachás; além de serem já conhecidos da população”, diz Mary.

Instrução

Continua depois da publicidade

A capacitação dos ACS se dividiu em dois momentos. No primeiro a enfermeira Flávia Fernanda de Oliveira Queirozfez um detalhamento de todas as doenças causadas pelo Aedes aegypti, apontando seus sintomas. Na sequência os ACS foram divididos em grupos onde foram repassadas orientações quanto ao preenchimento de formulários que irão servir para fornecer dados estatísticos deste trabalho. “Nós temos uma vantagem que é conhecer e ter vínculo com a nossa população. Isto facilita o trabalho de eliminação dos focos”, pontua Junia Teodo – ACS do Bairro São Roque.

A previsão é que sejam vistoriados 3.500 imóveis por dia. Os 113 mim imóveis da cidade serão vistoriados duas vezes por esta força tarefa. “Mesmo com a realização deste trabalho é necessário que a população retire, no mínimo, 10 minutos por semana para fazer essa vistoria nas suas residências e eliminar os possíveis focos do mosquito”, conclui Celina.

Portaria

Esta iniciativa da Semusa vai de encontro ao que estabelece a Portaria de Nº. 2.121, do Ministério da Saúde, publicada no dia 18 de dezembro último, e que autoriza os municípios a destinarem os ACS para este tipo de ação no combate a dengue.
Entre outras coisas a portaria estabelece que os agentes discutir e planejar de modo articulado e integrado com as equipes de vigilância ações de controle vetorial e encaminhar os casos identificados como de risco epidemiológico e ambiental para as equipes de endemias quando não for possível ação sobre o controle de vetores.

Nos casos em que ocorrerem à necessidade de realizar o tratamento com larvicida ou utilização de bombas costais este trabalho será realizado pelos agentes de controle de endemias.

 
Fonte: Comunicaçao da SEMUSA

Continua depois da publicidade


Continua depois da publicidade

comentários

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

🛈 Aviso sobre comentários no Divinews

Os comentários publicados nesta página são de inteira responsabilidade de seus autores. O Divinews Portal de Notícias Ltda não se responsabiliza pelas opiniões, acusações, ofensas ou informações expressas por terceiros.

Comentários que contenham conteúdo difamatório, injurioso, racista, discriminatório, ameaçador ou que incentivem a violência poderão ser removidos sem aviso prévio.

Em caso de requisição judicial, o Divinews fornecerá às autoridades competentes as informações de identificação do usuário, incluindo o endereço de IP da máquina utilizada, conforme prevê a legislação brasileira.

Continua depois da publicidade

artigos  relacionados