Um dos prováveis aniquilamento da ave de bico longo, se o impeachment de fato ocorrer, é o fator Michel Temer. Que, se assumir é um grande tchau para os tucanos! O PMDB com a Presidência do país, da Câmara e do Senado nas mãos, aliado ao ódio do PT, junto com outros partidos de esquerda que serão atraídos pelos peemedebistas, os tucanos terão o sonho adiado para 2022, ou vira o pesadelo de nunca mais. Bye, bye “tucanalha”, como diriam os ferrenhos opositores dos peessedebistas.
Já se o PiG (Partido da Imprensa Golpista), sempre aliado dos tucanos em qualquer empreitada de desconstrução do PT, vencer e conseguir inviabilizar a chapa Dilma/Temer, será uma vitória ganha/perde. Por que terão contra eles a feroz oposição do PT e quem sabe, do imprevisível PMDB, em uma total inversão do mando de campo no jogo político, além das sérias denúncias, isto é, se a balança da justiça, o que é pouco provável, resolver pesar a Lista de Furnas, o Trensalão e o Swissleaks, com o mesmo peso que pesaram o Mensalão e o Petrolão. Aí os terão os mesmo problemas que o PT tem atualmente, e o “Aécim” quase com certeza se inviabilizará para as urnas em 2018. Mas com o todo PiG do seu lado pode até conseguir.
Um outro cenário, é se os “tucanokases”, continuarem cegamente a arremessarem seus kamikazesinhos, como o senador Aloysio Nunes, e os deputados Domingos Sávio, Carlos Sampaio, Antônio Imbassahy entre outros que orbitam ao redor de Aécim no Congresso, como ele (Aécio) tem um telhadão imenso de vidro, que já o reprovou fragorosamente nas urnas de Minas e do Brasil, embora o menino criado com vô e vó, pensa que placar apertado de 1 x 0, não é vitória, não faz ganhar campeonato, perderá é de goleada em 2018. Isto se Alckmin, Perillo e José Serra, o deixarem pisar pelo menos no gramado eleitoral de 2018.



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