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Reprodução da matéria
O vereador começou o seu pronunciamento dizendo que ele e a família entenderam que a sua irmã teria sido assassinada. E chamou a atenção da imprensa e dos demais vereadores para que prestassem atenção em sua denúncia.
Nilmar afirmou que foi aberto um inquérito policial contra a médica Ana Paula Colen Costa, por homicídio. Segundo o vereador, o delegado teria classificado a ocorrência como um assassinato ocorrido no hospital Manoel Gonçalves.
“A operação bariátrica, inicialmente seria feita através do método conhecido como laparoscopia, em que é utilizado o uso de uma microcâmera, mas ao final, sem avisar a paciente, a medica mudou e passou a operá-la pelo método invasivo, ou seja através de um grande corte”, Nilmar continuou seu relato dizendo que a médica teria ainda solicitado a Maria Helena, sua irmã, que não falasse nada para os familiares sobre a cirurgia que iria fazer. A família foi surpreendida com o insucesso da cirurgia.
O vereador contou também que a sua irmã tinha somente 80 quilos e estranhamente a cirurgia foi autorizada pelo plano de saúde Unimed, e ainda que a médica fazia muitas publicidades utilizando a TV Alterosa, no programa “Alô Doutor” e que já foi também capa de uma revista, que exaltava a sua habilidade profissional na área.
O irmão da vítima denunciou que a médica já teve outros problemas semelhantes, em que outras pacientes também foram a óbitos. Relatou quatro casos fatais.
Maria Helena, foi operada no dia 27 de junho e mesmo com complicações continuou em um quarto comum, somente no dia 2 de julho foi para o CTI e faleceu no dia 9 de julho. Ela deixa dois filhos, um de 6 e outro de 13 anos.
Nilmar disse que em razão da idade dos filhos de sua irmã, que eles entraram com uma ação de pedido de indenização no valor de R$ 300 mil reais e mais o pagamento dos estudos deles, até a universidade, estimado em mais R$ 200 mil reais.
Ana Paula, segundo o vereador, cobra R$ 7 mil reais para realizar a cirurgia bariátrica através de convênios e R$ 20 mil reais se for particular, finalizou contando que ela continua atendendo normalmente em sua clínica particular, VOX DEI e no hospital Manoel Gonçalves.







Qual o deslinde dessas acusações, por gentileza?
Houve instauração de inquérito ou denúncia pelo Ministério Público?