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O vereador respondeu para Gigante que o prefeito não era médico. E continuou a sua fala, dizendo que o que ele viu foi uma covardia com a população. Os ânimos entre o vereador e o médico, que é consenso quase que geral no meio, que o sindicalista/médico, tem o pavio muito curto, e sem papas na língua, que foge às características da classe, já que em tese, somente em tese, médicos deveriam ser mais humanistas e menos sanguíneos, se acirraram e Gigante acusou Hilton de estar na UPA “fazendo politicagem”. O vereador, que também foge ao convencional político, da contemporização, e do “jogo de cintura”, não deixou por menos, e também retrucou a ofensa.
Hilton de Aguiar afirmou que toda quarta-feira tem problemas de atendimentos na UPA, e só acontece nos plantões do médico Alberto Gigante. O vereador não retirou a responsabilidade da Secretaria Municipal de Saúde (SEMUSA) aos problemas de atendimento da Unidade de Pronto Atendimento Padre Roberto, mas acrescentou que existem “médicos de meia tigela” que contribuem para o problema ficar ainda maior do que é. “O que fazem é covardia com o povo, querem é tumultuar o lugar”.




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