Segundo a PF, a organização usava documentos falsos e liberava valores sem a devida garantia, para contratos de financiamento de até R$ 1 milhão. A investigação da polícia aponta a participação de funcionários de três agências da Caixa e até de gerentes regionais da instituição.
A maioria dos financiamentos envolvia imóveis da Região dos Lagos fluminense. Alguns foram avaliados em mais de dez vezes o real valor de mercado. Vários contratos envolviam imóveis que sequer existiam.
A liberação de recursos nas três agências, Pio X, Lote XV e Riachuelo, no Rio de Janeiro, demorava apenas quatro dias, enquanto nas demais agências, de acordo com a Polícia Federal, o processo demorava um mês. Os suspeitos serão indiciados por associação criminosa, falsificação de documentos públicos, estelionato, peculato e corrupção.






