O presidente do Partido dos Trabalhadores em Divinópolis, Renato Delgado, que desde que assumiu esteve ausente dos debates dos grandes temas do município, bem que tentou justificar a ausência do ex-candidato a prefeito, Beto Cury. Mas é difícil, defender o indefensável. A população e os eleitores terão que ser muito bem trabalhados para compreender o fato.
Em 2012 quando Beto disputou a prefeitura, ele já estava em Brasilia há cerca de oito anos, e foi justificável, já que estava como secretário Nacional da Juventude, com status de ministro, e foi mostrado o seu trabalho em prol de Divinópolis através da implantação do Restaurante Popular, Universidade Federal e outras ações que envolveram sua secretaria, tanto é que foi o terceiro colocado com 20 mil votos. Já desta vez, em 2016, ele não terá o que apresentar.
Ficou meio parecido com o que aconteceu com o tucano Pimenta da Veiga, o mineiro que queria ser governador de Minas, contudo seu patrimônio estava em Goiás. Pimenta retornou para disputar com Pimentel, e acabou sendo alcunhado de “Turista da Veiga”.
A vitória de Dilma, reeleita presidente e Pimentel, eleito governador, ambos do PT, e mesmo com a rejeição do atual prefeito, Vladimir Azevedo, não significa uma vitória tranquilo de petista em solo divinopolitano. São eleições diferentes e com motivações também diferentes. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
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