“Isto não justifica que um empresário faça o que quiser, por que gera emprego na cidade, por que é de família tradicional, se todos os empresários de família tradicional da cidade resolver agir dessa forma, vai ser uma baderna, um caos. Isto não justifica hora nenhuma”.
“Outra questão que observamos na sua nota, é que, contabilmente falando, que ele colocou que para cada 1.39 que a Santa Casa tem, ela deve só 1. Com isto a Santa Casa estaria em uma situação confortável. Por que segundo ele a divida é decorrente de empréstimos. Isto também não se justifica, por que os fornecedores não estão sendo pagos, prestadores de serviços atrasados, o que é necessário pagar, não está sendo pago. Não adianta está com índices positivos no papel se na vida real está tudo negativo”.
“Ele não colocou na nota, as atitudes que foram tomadas que geram passivos para a empresa. Como as demissões arbitrárias, irregulares. São tantos processos e multas na justiça do trabalho. Os processos estão correndo com vários pedidos de indenização. Só dois diretores a dívida está em torno de R$ 80 mil reais de indenização para cada. Um médico que ele demitiu tem uma causa de mais de R$ 500 mil reais, isto é passível de penhora de aparelhos da Santa Casa”.
“Existe uma ação do Ministério Público do Trabalho que também pede indenização para cada um dos funcionários que ele demitiu arbitrariamente e irregularmente. Além dos estagiários que são colocados na Santa Casa irregularmente – Tem uma serie de irregularidades, fora um monte de empresas do próprio ex-provedor, da família dele, e de pessoas ligadas a ele. Que estão se aproveitando da Santa Casa – São empresas que o próprio ex-provedor já assumiu que prestam serviços na Santa Casa – E por incrível que pareça, pelo que a intervenção já apurou, as únicas empresas que estão com o pagamento em dia, dentro da Santa Casa, são as empresas ligada ao provedor. Então isto é estranho, antiético e imoral perante a realidade que se mostra”
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