O homem identificado como Amedy Coulibaly, 32, que mantinha ao menos cinco reféns em Porte de Vincennes, em Paris, também foi morto, dizem autoridades. Segundo a polícia, a ação contra o supermercado Kosher terminou com ao menos quatro mortos, incluindo o sequestrador.
Entre as vítimas –-mortas a tiros no “Charlie Hebdo”– está o diretor da publicação, Stéphane Charbonnier, conhecido como Charb. Foram mortos 8 funcionários do jornal, um colaborador da publicação, um funcionário do prédio em que funciona o veículo e dois policiais. Além dos mortos, 11 ficaram feridos, quatro em estado grave.
Esse foi o pior ataque à mídia desde 2009, segundo o Comitê para a Proteção de Jornalistas. E o atentado mais mortífero na França desde 1961.






