A peça de Dilma usou depoimento da ex-presidente do Sindicato de Jornalistas de Minas Eneida da Costa para fundamentar suas críticas. Uma narradora puxa o assunto: “Você sabia que o Aécio e seu grupo são acusados de intimidar e perseguir jornalistas que denunciavam ou criticavam seu governo?”.
Eneida, então, diz que “tudo o que desagradava ao governo Aécio era como no tempo da ditadura”. “Era um telefonema e o repórter, o fotógrafo, o editor, o jornalista em qualquer posto estava ameaçado de perder o seu emprego porque contrariou os desejos do Palácio da Liberdade, do governo de Minas, dos tucanos”, criticou.
Na propaganda de Aécio, o comentarista político, um dos personagens da campanha, cita a “lista negra” criada por Alberto Cantalice, vice-presidente do PT, que apontou, no site do partido, nove comentaristas “propagadores de ódio”.
A relação inclui os colunistas da Folha Reinaldo Azevedo e Demétrio Magnoli, além de Augusto Nunes, Arnaldo Jabor, Diogo Mainardi, Lobão, Guilherme Fiúza,Danilo Gentili e Marcelo Madureira.
“Se eu der a minha opinião completa sobre o que eu acho dessa campanha de mentiras feita pelo PT, eles certamente vão me colocar na lista negra. Já fizeram uma e, para intimidar a imprensa, publicaram no próprio site do PT”, diz o comentarista do programa.
Os outros trechos do horário eleitoral desta quarta repetiram ou foram similares a programas já apresentados na televisão.





