Estiveram presentes na reunião com o promotor Sérgio, a presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Educação Municipal de Divinópolis – SINTEMMD, Aparecida (Cida) de Oliveira, a representante do SIND-UTE, Catarina Vale, Além de Ivanete Ferreira diretora do SINTRAM e a representante direta da categoria, Denisia Aparecida do sindicato Sindicato Profissional dos Enfermeiros e Empregados em Hospitais, Casas de Saúde, Duchistas e Massagistas de Divinópolis, Denisia Aparecida, antes da reunião com o promotor todas estavam animadas que a reunião com o promotor poderia ser elucidativa e esclarecedoras.
Ao término, as participantes se disseram frustradas pois o promotor Sergio Gildin não teria tido respostas para muitas de seus questionamentos, e que teria passado uma boa parte do tempo fazendo elogios à intervertora Dictum e ao assessor especial de basicamente tudo, Geraldo Couto, chegando a dizer que ele era muito competente e não é bem isto que o mercado tem falado sobre ele, e que ainda que ele é o único que tem coragem de enfrentar os médicos.
Os problemas financeiros do HSJD, segundo relato das participantes da reunião com a Promotoria de Fundações, foi atribuído pelo promotor mais à questão de má gestão do que desvio de qualquer recursos, “3% pode ter sido de desvio e 97% de má gestão”. Outro item elencado pelo MP foram os salários astronômicos de alguns médicos e o ganho absurdo das clinicas médicas que atuavam lá dentro, “faturando horrores”.
Gildin atribuiu a diminuição do déficit mensal do HSJD que era de cerca de R$ 2milhões reais, para algo em torno de R$ 1,3 milhão.
Os dirigentes dos sindicatos vão esperar o resultado da entrevista coletiva que o Ministério Público dará para a imprensa na próxima quarta-feira (17), para analisar o que será relatado e o que a mídia divulgará, para em seguida também convocar uma coletiva com a imprensa.
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