Divinópolis: Quem é o ambientalista Jairo Gomes? Pelo próprio Jairo

Publicado por: suporte


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No mundo existem diversos tipos de incapacitados. No entanto, o maior incapaz é aquele que embora tenha aptidões, não consegue desenvolvê-las porque prefere desperdiçar seu tempo no apregoar descrédito ao próximo autor do bem feito.

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Com invídia, o inábil blasfema e grita aos quatro cantos querendo fazer com que todos não creiam naquilo que não consegue acreditar, que foi o próximo quem arquitetou o que ele (o maior incapaz) sobreestimou. (Jairo Gomes Viana)

Para que os críticos de carteirinha entendam:

A ajuda que tenho para desenvolver textos vem dos livros, de buscar absorver aprendizado para enriquecer meus conhecimentos. Busco informações com as pessoas mais esclarecidas, probas que gostam de passar a frente o que sabem. Também encontro apoio, orientação e inspiração nas forças que extrapolam, transcende o mundo físico, da matéria que os pobres de espírito desconhecem. Aprendo na vivência com as questões ligadas ao meio ambiente natural, onde sons que para mim soam como vozes que nem todos ouvem, mas clamam por direito à vida ao espaço neste planeta e eu passei a entendê-las.

Também cometo erros por que ninguém é perfeito e não sou diferente de todos os mortais. Aprendi que os olhos são os espelhos da alma, mas acrescento que a língua é a espada do corpo. A inveja é fruto da incapacidade de alcançar e realizar o que outro labora com habilidade e destreza. Invídia é querer algo com despeito que o outro tem por merecimento, ou desejar com olhos e pensamentos malignos ser ou ter o que não se consegue mesmo depois de muita insistência, mas que vem para o outro de graça, através de dons ou por competência e trabalho.

Comentários

Quando se deseja um país justo e igualitário devemos todos rever nossos conceitos de cidadãos e de como exercitamos a cidadania. Temos de vigiar nossos atos, nossas atitudes para nos vermos como dignos de exigir e merecer alguma coisa.

Todas as cidades precisam desenvolver criar empregos, renda para seus munícipes e Divinópolis não é diferente. Mas não é necessário ocupar margens de rios, dar saltos quilométricos no processo de expansão urbana, para beneficiar achegados, quando existem enormes dificuldades de administrar e dar melhor infraestrutura ao que já existe.

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Comissões legislativas até que poderiam, mas não tem a mínima condição de produzirem pareceres que são de competência dos técnicos, principalmente projetos que citam a constitucionalidade, legalidade e juridicidade, mas que na verdade vão à contra mão dos tramites legais.

Neste aspecto, muitos dos projetos que o Executivo envia ao Legislativo ou aqueles criados pelos vereadores, geralmente são apreciados e aprovados sem a devida fundamentação técnica.

Projetos de Leis são aprovadas com apenas pareceres jurídicos, produzido por quem talvez não seja afeito aos temas urbanísticos, de planejamento urbano, meio ambiente, muitos etcs, por que não está na atribuição. Isso não quer dizer que setor jurídico do Legislativo não possa solicitar a orientação técnica ou não possa ter um jurista com formação técnica em outras áreas. Seguramente que esta é uma das razões de os vereadores às vezes confundirem ata da Comissão de Uso e Ocupação do Solo com parecer técnico.

Exemplo: O Legislativo aprova permutas de terrenos e desafetações de ruas, ou seja, altera a classificação de uma via urbana, extinguindo sua função original para lhe dar outros fins e destinação. Até ai nada de anormal, as propostas tem pareceres jurídicos favoráveis e chegam às mãos dos vereadores para serem apreciadas e dificilmente deixam de ser aprovadas.

No entanto, um caso especial chamou a atenção, pelo simples fato de o interessado ter alcançado a finalidade e o objetivo desejado, ou seja, ter apoderado de um patrimônio público, 4 meses antes de o Legislativo ter aprovado o Projeto de Lei que deu legalidade constitucionalidade e juridicidade ao processo.

Só depois de 4 meses da permuta realizada entre o empresário e o Executivo, é que o prefeito Vladimir Azevedo encaminhou ao Legislativo a proposta de Projeto de Lei. Caso os vereadores não aprovassem a matéria, como ficaria a situação dos bens públicos completamente murados? Para piorar a situação outro projeto que tratou da mesma questão e com os mesmos autores, foi aprovado bem mais tarde. O novo documento aprovou outra forma de o mesmo empresário pagar a permuta realizada anteriormente, cujo desfecho já havia sido definido.

O novo projeto de lei dispõe que o empresário que teve por antecipação à lei, o domínio dos bens públicos, adquiriria o direito de posse dos mesmos, depois de cumprir com o pagamento da permuta, que seria paga com obras de interesse público.

Este processo enrolado pode ser classificado como erro grosseiro, Improbidade Legislativa e Executiva, falta do cumprimento do dever de o Legislativo fiscalizar os atos do Executivo. O que o prefeito e os vereadores produziram jamais pode ser classificado como austero, transparente, constitucional, legal e jurisdicional. Assusta ou não assusta os trâmites legais que regem a egrégia Casa do Povo?

Quero Dizer

Não sou instruído por políticos oposicionistas, por que meu caráter e criação me conferem o legado de não usar de subterfúgios, tampouco de partidos políticos ou de amigos políticos, para externar o que penso, falo, escrevo e consigo. Quem se expõe na Internet está apto a receber críticas elogios e xingamentos. O que é bom absorve se e é dado proveito, quanto ao que não presta ignora se e é dado desprezo.

Oh Cleide!!! Não se trata de ir contra tudo. Sou contra tudo que esteja fora do rito legal, da transparência e fora de uma linha tênue onde prevalece o respeito a tudo que esteja ligado a causa pública, sem favorecimento de A ou B. Sou pro a tudo que esteja envolto de honestidade.

Meu conceito está balizado nos princípios da moral, da ética e do zelo com a causa pública. Só de observar a forma de comentar, percebesse que os conceitos da comentarista Cleide seguem o que primo, mas deixo lhe um conselho: não te arrependas do teu voto, sem antes avaliar os rumos dados à Divinópolis, principalmente no que diz respeito ao meio ambiente, à Mata do Noé com a proposta do novo parque e a tudo que diz respeito ao planejamento urbano.

Convite

Convido a todos sem distinção observarem e discutirem Divinópolis não nas mesas dos bares, tampouco nos gabinetes, escritórios, consultórios, nas salas de TVs, de bate bato na Internet ou nas esquinas, mas in loco. Desta forma perceberiam a realidade do rumo desordenado que nossa cidade tomou, não apenas nesta administração, mas por uma somatória de erros contínuos tratados como herança maldita, que só faz continuar e agravar.

Divinópolis não é administrada pelo conceito político que eu e muitos desejam: administrações baseadas na política da continuidade do que deu certo e do quanto melhor, melhor será independente do partido político que esteja à frente do Poder Executivo. Prezo pela política da sucessão saudável, com evolução continua, onde a população e a cidade seriam os principais beneficiados.

Nossa política é baseada na pratica de puxar o tapete de quem chefia a prefeitura, no desejo de que o administrador público se ferre , faça pior que seu o antecessor. Todos os eleitos quando assumem o Poder, passadas às eleições apresentam sintomas de amnésia por que esquecem das promessas eleitorais feitas nos palanques.

Quem assume os rumos da cidade, apenas troca o retrato na parede e substitui um bando por outro. A mesmice continua e os anseios do partido se tornam mais evidentes que o da causa pública. Muitos confundem Política como assim descreve o dicionário, “a arte da esperteza, ardil e astúcia”. A Política também é usada como solução dos problemas pessoais, balcão de negócios, cujo um dos objetivos é o de se dar bem financeiramente através do erário público e atender os financiadores de campanha. Existem os que até usam do Poder que lhe foi concedido pelo povo, como meio de garantir a independência financeira.

Convocação

Convoco todos a atestarem a falta de zelo com o erário público em algumas obras licitadas e visualizarem as condições do meio ambiente de Divinópolis. Saberem que grande parte da mata do Noé pode ser loteada; que através da falta de envolvimento popular, vontade política administrativa, Divinópolis pode perder uma mata de significativo valor ambiental.

O desejo de preservar a mata do Noé assim como de outras áreas verdes não significa tomar terras dos proprietários, mas pagar o que é de direito. Neste aspecto, convoco a todos, até os críticos de carteirinha a encontrarem a resposta que tanto busco, mas não encontro por que deve ser uma questão dificil de ser respondida: onde foram aplicados os R$ 16.000.000,00 da Copasa? Este dinheiro facilitaria a compra e aquisição total da à Mata do Noé, transformando esta área verde, numa área de conservação ambiental.

Vem pra ruas, para se sentiram responsáveis pelo quanto suja está nossa Divinópolis, isso não é culpa dos prefeitos, mas da ignorância que vai desde o mais humilde ao mais célere personagem desta cidade. Sujar as ruas está enraizado no DNA de muitas pessoas, se tornou comum, normal e virou habito corriqueiro e sem o menor pudor. Sem duvida que esta pratica será uma das grandes vergonhas do Brasil a ser presenciado pelos estrangeiros na copa do mundo.

Convido a todos até os críticos a fazerem o que faço voluntariamente. Tirei das ruas de Divinópolis cerca de 15.000 garrafas pets, 4.000 garrafas de água mineral, 1.300 recipientes Peads e 3.200 latinhas de alumínio. Todo este material reciclável jogado nas ruas, recolhi num raio de apenas 600 m da minha casa, nas caminhadas com meus cachorros e doei ao Lar das Meninas.

Todo material por mim coletado não representou 1% do que deixei de coletar, o valor em dinheiro arrecadado pela instituição é ínfimo, diante do ganho social e ambiental. Outro aspecto considerável, mas quem joga lixo nas ruas não percebe, é que todos os dias entre 60% a 70% de tudo material reciclável são desperdiçados e vão para o aterro controlado, para as ruas, margens e leitos dos cursos d’água. Ao final de um mes toneladas de recicláveis deixam de retornar à indústria para ser reaproveitadas e de cumprir a função sócio ambiental.

Fora o valor sócio ambiental, procuro seguir o conceito dos tres erres, Reduzir, Reciclar e Reutilizar. Estas tres ações colocadas em pratica são de extrema importância na economia de matéria prima, para reduzir a exploração dos recursos naturais, na geração de emprego, renda, benefícios sociais e para o meio ambiente. O que as pessoas jogaram nas ruas, fiz com que voltasse à indústria, além de ter ajudado uma instituição que presta valorosos serviços sociais.

Ao contrário dos comentários da Cleide, não sou contra tudo, mas ao que é absurdo. Agora se tudo for absurdo sou contra tudo. Faço minha parte, dou exemplo, seguir ou não compete às pessoas se assim desejarem.

As enganadas

É fácil comprovar que nossas crianças são enganadas quanto à importância da preservação do meio ambiente, por que enquanto para elas são passados conceitos importantes de ecologia e de respeito à natureza, as agressões estão por todos os lados da cidade. Loteamentos desnecessários, cortes de árvores indiscriminados, nascentes e lagoas abandonadas, sucumbidas por aterros, aguapés e taboas. O esgoto em alguns bairros flui a céu aberto, contaminação hídrica, descaso com os recursos hídricos principalmente com o Rio Itapecerica e inúmeros bota foras irregulares pelos quatro cantos da cidade.

Também temos os maus tratos aos animais, devido à falta de regulamentação da atividade dos carroceiros. Em Divinópolis temos capina química irregular, desmatamentos, áreas verdes sob risco de extinção a mercê dos entulhos, coleta seletiva fracassada, lixo nas ruas e empresas até conceituadas que por questões econômicas fingem tratar seus efluentes.

Esta é a Divinópolis real que nem todos visualizam por que não se sentem responsáveis. Nem todos enxergam que nossa cidade antes de crescer precisa ser planejada para desenvolver sustentavelmente. Não se muda uma cidade pelo processo virtual, mas com boas administrações, principalmente com a participação popular e de empresários com responsabilidade no ato de produzir.

Nem Cristo

Com todo amor ao próximo, boa vontade, pregando a paz entre os homens, curando enfermos sem distinção de classe e raça. Semeando a caridade, a tolerância e a igualdade entre os seres humanos, Jesus não conseguiu mudar o homem, mas deixou sua mensagem, é por isso e pela crença na existência de um Deus, que o mundo ainda não se encontra na barbárie total.

Se Jesus que se entregou à cruz, não conseguiu arrancar a parte podre do homem, não serei eu, com a minha insignificância, quem vai mudar Divinópolis, tampouco as pessoas desta cidade e não tenho está pretensão. Continuo tentando, fazendo o que me é possível dentro das minhas limitações.

Não muda

Para muitos tudo parece comum, normal, tanto que a situação de Divinópolis apenas incomoda uma minoria, os ecos chatos, os ligados às causas sociais, os xiitas, os oposicionistas e os que não tem nada para fazer a não ser frequentar a Câmara Municipal. Estes é que vão contra os desmandos administrativos e não temem denunciar.

Enquanto isso, a grande maioria das pessoas segue a vida de cidadão comum, alheia aos fatos, por que está preocupada com os empregos, com desenvolvimento, não quer assumir problemas além dos próprios e o que acontece na cidade não é da sua conta. Para muitos as causas individuais são mais importantes que a defesa do meio ambiente e ao que está ligado ao interesse coletivo (público).

Mas surge uma luz no fim do túnel e nem tudo está perdido

O prefeito Vladimir pode ter dado início à quitação de uma a divida que todos os munícipes de Divinópolis tem com o Rio Itapecerica, ao assinar a ordem de serviço para desenvolver um grande projeto de revitalização deste rio.

O projeto contempla a construção de uma barragem no 48, onde no passado distante, existia este tipo de barramento. A proposta também visa à limpeza do leito do rio e construção de gabiões. Tudo isso girará entorno de R$ 35.000.000,00, o que seria um grande e louvável salto na recuperação do Rio Itapecerica. O início das obras está previsto para o ano de 2015, mas como diz o técnico de futebol Adilson Batista: “vamos aguarrrdar”.

A disposição

No ano de 2010, fui convidado por esta administração pública para participar de uma proposta idêntica e voluntariamente me coloquei a disposição. Todo o trabalho desenvolvido se encontra na Usina de Projetos.

Na oportunidade uma equipe desceu o rio Itapecerica num barco do Corpo de Bombeiros e através de registros impressos e fotográficos, identificamos 25 pontos críticos do Rio Itapecerica.

Além da colaboração, apresentei propostas que descrevo para os críticos que acham que os oposicionistas me bancam.

Além do meu conhecimento prático de vivência nas questões relacionadas ao Rio Itapecerica e ao meio ambiente, sugeri:

1) A limpeza da Prainha do 48, localizada pouco depois da sede campestre do Divinópolis Clube. Neste local um imenso banco de areia e cascalhos, oriundo da irregular exploração mineral, sedimentou. Neste ponto o rio está com uma vazão de 5,00 metros de largura com lâmina d’água com pouco mais de 00,20 centímetros, situação que compromete a velocidade fluvial. O problema é grave porque afeta o curso do Rio Itapecerica tornando-o demasiadamente lento, propicio ao surgimento de pontos de assoreamento e de meandros, fatos que já são visíveis.

A lentidão associada ao baixo nível fluvial, fazem o mau cheiro do esgoto se destacar, fenômeno que compromete a depuração dos efluentes domésticos e industriais diariamente lançados no leito do rio. A retirada de todo o material sedimentado na Prainha do 48, devolveria a velocidade das águas do Rio Itapecerica e solucionaria o odor e o processo de depuração do esgoto.

2) A Construção da barragem, idéia que eu e outros tiveram, mas alertei para o cuidado de evitar pontos de surpresas desagradáveis, porque no futuro a área pode se tornar num balneário, local de lazer e diversão.

Sugeri a terraplanagem da área a ser alagada, cobrir as depressões (buracos), demarcar passo a passo os níveis de profundidade para que as pessoas saibam com segurança quanto ao ponto onde estão nadando e assim evitar afogamentos devido uma depressão do solo que não foi corrigida.

3) Fiscalizar e proibir aterros ao longo das margens do Rio Itapecerica, principalmente à margem esquerda. Proprietários de terrenos localizados dentro ou próximo das margens do rio, nas faixas consideradas inundáveis e de expansão das cheias, aterram suas propriedades para transferirem para outros pontos os efeitos negativos das enchentes, ação que seguramente agravará os problemas dos bairros ribeirinhos à margem direita.

4) Onde for possível abrir o leito fluvial, uma vez que a proposta contemplava a construção de 9 km de gabiões em pontos aleatórios do rio. Com as estruturas de pedras, numa eventual cheia as correntes fluviais ganhariam velocidade que deve ser atenuada. Desta forma, o que viria como solução não se tornaria num problema maior.

5) Abertura gradual e paulatina da comporta da Barragem Espírito Santo, antes de as cheias atingirem o pico máximo. Esta medida se adotada previamente, aliviaria a pressão das enchentes. Proposta por mim sugerida e inclusa em 2009, no Plano de Contingência para eventuais cheias do Rio Itapecerica, documento que participei da elaboração.

6) Retorno da estrutura de madeira que foi retirada de sobre a soleira da Barragem Espírito Santo. Nos períodos de longa estiagem como atualmente, a estrutura continha um extra de 00,30 centímetros de lâmina d’água a montante da barragem. O retorno da estrutura de madeira facilitaria a captação de água por parte da Copasa no período de inverno, quando as chuvas são escassas, além de também aliviar os problemas do esgoto.

7) A limpeza periódica do lago da barragem que compreenderia a retirada de todo material sólido submerso, a partir do campo do Guarani até o barramento do rio. O próprio rio traria sedimentos de outros pontos a montante da barragem e os sedimento novamente decantariam no barramento para serem retirados periodicamente.

8) A construção do Lago do Divino. Projeto audacioso que contempla a construção de um lago artificial a jusante da Ponte Padre Libério que liga o centro ao Bairro Niterói. A idéia por mim apresentada desde o ano de 2007 ao Executivo, contaria com projeto panorâmico, paisagístico, com barramento de um metro entre a margem esquerda próxima a Escola de Musica Maestro Ivan Silva, à margem direita.

Gabiões nas duas margens, escadas para facilitar a piracema (subida dos peixes nos rios), talude gramado, composto por árvores ornamentais, iluminação, passeios onde for possível e porto no Parque da Ilha. O espelho d’água barrado teria cerca de 700 a 1000 mil metros de extensão, com profundidade de 1 metro.

Com o Rio Itapecerica tratado, despoluído e as cheias “controladas”, o local seria ponto de atração, diversão e lazer, onde poderia ocorrer a pratica da canoagem, natação, passeios de pedalinhos, caiaques e até de pranchas com velas. O lago necessariamente estaria em harmonia com a barragem e com as correntes fluviais nas pedras.

9) Mudança no sistema de rede pluvial. Com esta proposta nossas ruas e praças seriam adaptadas com valas entre o passeio e o asfalto, tecnicamente elaboradas, preenchidas com pedras grandes e britas, por cima piso poroso ou faixas de grama.

As águas das chuvas que precipitam na área urbana quase não infiltram na terra devido à impermeabilidade do asfalto e com isso não abastecem o lençol freático, para assim chegar ao rio, via nascentes e córregos.

Parte importante de toda água pluvial que é desperdiçada, segue rapidamente para os bueiros, sem cumprir o ciclo natural. O aproveitamento das águas das chuvas abasteceria lentamente o Rio Itapecerica, que perderá volume com o tratamento do esgoto e com a exploração hídrica que aumenta à medida que a cidade se expande.

10) Revitalização de todas as lagoas existentes na cidade com projetos urbanísticos panorâmicos e paisagísticos, para que estes corpos d’água localizados nas áreas urbanas (nos bairros) sejam pontos atrativos para o lazer, diversão, passeios e descanso em meio à natureza.

11) Cadastrar os maiores emissores de efluentes industriais de Divinópolis e os potenciais usuários das águas do Rio Itapecerica para fins produtivos. Através de lei municipal as empresas que exploram as águas do rio, seriam obrigadas a tratar e reutilizarem estas águas nos seus processos industriais.

12) Projeto Onda Limpa por uma Divinópolis + Limpa.

13) Bares e Restaurantes Sustentáveis.

As propostas 12 e 13 apresentei no Projeto de Política Municipal dos Resíduos Sólidos e recentemente ao grupo de voluntários que prepara idéias, metas e projetos para uma Divinópolis Sustentável, com o importante apoio da FIEMG. Este grupo apoiou a idéia e estamos desenvolvendo sua aplicação.

O grupo necessita de apoio concreto de quem deseja prestar colaboração voluntária, participar do processo de construir uma Divinópolis com qualidade de vida e acima de tudo sustentável, basta participar das reuniões. Os interessados podem acessar a Internet (Divinópolis Sustentável) para maiores informações ou frequentar as reuniões que acontecem na sede da FIEMG todas as quartas-feiras às 14,00 horas, no Bairro Esplanada. Seria uma boa, principalmente para os críticos de carteirinha, incapazes de fazer alguma coisa, a não ser criticar através das teclas de um computador.

Todas estas propostas foram apresentadas e não tenho nenhum problema de reapresentá-las, junto com outras mais 12 que aqui não foram expostas, mas também estão à disposição e as ofereço de graça para esta ou qualquer outra administração que deseje aproveitá-las.

Em tempo 2

Escrever é a simples arte de transformar pensamentos em palavras impressas, de dar corpo e alma a imaginação, materializando idéias.

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