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Segundo a matéria do jornal, o secretário da área social, Paulo dos Prazeres, afirmou que o Restaurante custava para o município R$ 100 mil por mês, e atualmente não passa de R$ 16 mil por, gerando uma economia de 84% ao Executivo.
Ainda na matéria o secretário explica que o Executivo não tem condições financeiras de manter o restaurante e que o interesse a partir de então é mudar a forma da concessão, terceirizando o serviço e que a empresa vencedora da licitação possa ter lucro na ofertas de novos produtos, sem depender do fornecimento do almoço e da sopa.
Não dá para levar uma administração desta a sério e praticar qualquer coisa que pareça, mesmo que de longe, com jornalismo. O que eles merecem, é a galhofa e a irreverência de um escrevinhador blogueiro.
Diante de tantas ações desastradas e o total silêncio da aliança de deputados que, em tese, ajudou a eleger Vladimir Azevedo, só existe uma linha de raciocínio que podem estar pensando os “UNIDOS SOMOS MAIS FORTES”: “já que na urna está tudo perdido mesmo, não existe uma luz no fim do túnel, não tem tempo de reverter a rejeição ao nome do signatário mor (parece piada) do município, vamos perder caminhões de votos mesmo, vamos usar a “máquina” municipal compensando nossas perdas e vamos buscar lá fora o que vamos perder aqui dentro”.
A matéria do JA continua, dizendo que Paulo dos Prazeres (será que não é antônimo de prazeres), afirmou que em uma nova licitação a empresa vencedora deverá ter obrigação com o público alvo do Restaurante. “O responsável também poderá comercializar diferentes tipos de sobremesas. Com a oferta de novos produtos. Prazeres garante que a lucratividade da empresa vai aumentar”






