O prefeito de Divinópolis, Vladimir Azevedo (PSDB), desde o inicio do seu governo ainda no 1º mandato mostrou uma incrível “habilidade” em nomear membros ao estilo “Pau pra toda obra”. As suas nomeações sempre foram excessivamente pautadas nas composições politicas e favorecimento de pessoas pertencentes a grupos que o cerca, o blinda e protege, do que em experiências e know how dos titulares das pastas com os assuntos específicos. E mais uma vez, depois da saída forçada de Dárcio Abud, sem experiência alguma como secretário de saúde. Vladimir, ou Faraco, sabe-se lá, nomeia outro secretário (David Maia) que não possui nenhuma experiência saúde pública, mas que, desde a posse do prefeito em 2009 funciona como uma espécie de curinga. Sai de um lugar para o outro com a maior “desenvoltura”, como um grande expert em assuntos diversos – O prefeito, na verdade, têm nas mãos outros vários “curingas” – Os mais famosos e ecléticos, além de David Maia e o próprio Dárcio Abud, são Rose Lasmar e Simonides Quadros. Antônio Castelo, acumulando agora a pasta de secretário de Fazenda e assumindo a Diretoria de Obras da Emop passa a ser também um curinga, neste jogo politico intringado que se tornou a administração do município de Divinópolis – A única coerência foi a nomeação do engenheiro e vice-prefeito Rodrigo Resende para o lugar de Lucio Espínola.
Existe um grupo de “amigos do rei” que são polivalentes, entendem de qualquer assunto. E o líder de ocupar cargos, quaisquer que sejam, é David Maia, já foi da Secretaria Planejamento e Gestão, Diretor de obras da EMOP (Empresa Municipal de Obras Públicas) e agora nomeado secretário de Saúde. No mesmo nível está Rose Lasmar, já foi procuradora do município, secretária de trânsito (SETTRANS) e com a saída do coronel Paulo Adriano, ocupou a Secretária de Administração. Já Simonides Quadros, saiu de obras e foi para o trânsito. Faraco saiu da Secretaria de Planejamento e foi para a Secretaria de Governo, e agora Antônio Castelo passou a acumular a secretária de Fazenda com a Diretoria de Obras da EMOP.
Enfim, é um governo composto de profissionais altamente ecléticos. Não existem especialistas e sim generalistas. Com formação curricular que vai de “A” a “Z”
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