A engenharia começou a se armar a partir da filiação de três vereadores ao novo partido, PROS, que segundo fonte, está na órbita do deputado federal Jaime Martins Filho que embora tenha saído do PR e se filiado ao PSD e ainda aliado ao governo municipal, também segundo informações, diante do enorme desgaste do prefeito, começa a ensaiar um rompimento, mas tem a simpatia, por falta de opção, dos vereadores do PR, PMDB, PRTB e agregou o PSD, com apoio do deputado do PPS que vai dobrar com o peessedebista em alguns municípios. As peças estão sendo mexidas no xadrez político, com muita cautela e bastante traição, que faz parte do âmago do ser do político. A conta da oposição está quase fechando.
Neste cenário está em jogo a presidência da Casa Legislativa Municipal, que pela inexperiência, a novidade e o encantamento, os vereadores novatos se submeteram à vontade dos caciques políticos na eleição passada (2012), em que Rodyson do Zé Milton (PSDB) foi eleito por unanimidade, sem disputa. Mas, a situação está mudando, e os combinados estão sendo rompidos.
Existe o buxixo na coxia do plenarinho da Câmara dos Vereadores que Rodyson junto com o aval do chefe, está ensaiando uma reeleição. Neste caso a traição será com Rodrigo Kaboja, que teria tido a promessa do executivo em 2012. Alguns já se manifestaram que não concordam com a reeleição de Rodyson.
No balcão de negociação, segundo um dos vereadores, está até mesmo o pedido da cabeça do chefe de governo, Antônio Faraco, que não atende ninguém e só arma situações.
Os vereadores, até mesmo os novatos, que aprenderam rápido, já perceberam que se não fizerem pressão no prefeito, seus redutos eleitorais não serão atendidos em nada, nem mesmo uma mísera capina.
Para não atrapalhar a movimentação das pedras políticas no tabuleiro do poder, vamos parar por aqui e deixar que eles se resolvam. A cada dia a temperatura sobe mais.




