![]() |
![]() |
O que se viu hoje no centro de Divinópolis foram famílias perdidas, perguntando onde era o desfile. Se este ano não ia ter como em todos os anos?
Inicialmente o pequeno grupo de manifestantes se concentrou na Praça do Santuário no centro para depois seguirem em carreata (???) para a unidade militar do Exército, localizado no bairro Porto Velho. No local fora barrados no “baile” pelos recrutas do Tiro de Guerra que fizeram um cordão de isolamento e constrangidos e sem jeito, pediam desculpas por não deixá-los entrar dizendo estarem cumprindo ordens.
Mesmo assim, usando um carro de som, o micro grupo de manifestante gritavam palavra de ordem e impropérios dirigidos em sua maioria ao prefeito de Divinópolis, por vários equívocos de gestão, principalmente a transferência do esgoto para a COPASA e ao governador Antônio Anastasia pelo preço da energia que é praticado pela Cemig. A manifestação tinha dois focos que em certos momentos convergiam em um só.
Ao término de um dos mais rápidos desfile de 7 de Setembro da história recente de Divinópolis, na saída das autoridades, ficou o impasse de como eles iriam sair, de tão sem jeito e constrangidos que estavam. Uns pensaram até em sair voando, mas não deu, tiveram que passar pelo portão mesmo, e serem, como manda a data, solenemente apupados. E nem adiantou as fisionomias fechadas, caras de poucos amigos. Já foi o tempo, o da ditadura, que quartel, militar, impunha medo em alguns cidadãos civis.
![]() |







.jpg)

