O agente de administração na Farmácia complementar da Semusa, o servidor Bruno César dos Santos, participou da mesa de negociação e relatou que foi feita uma análise criteriosa para a escolha por permanência no plano e aceitação do reajuste. “Solicitamos que todas as operadoras nos enviassem propostas de migração, mas mesmo com o reajuste, o plano de saúde do São João de Deus continuou sendo o mais benéfico. Nele, mantivemos a carência, a isenção de franquias de internação e não ficamos descobertos. O reajuste pode não ser o que mais nos agrade, mas ainda é o plano com maior custo/benefício”, relatou.
A pesquisa de mercado realizada pela mesa de negociação apontou que mesmo com o acréscimo no valor da mensalidade, o plano atual oferece mais benefícios que os demais e com um valor mais acessível. Além disso, a negociação acarretou em uma diminuição de 13% na proposta inicial. “Tínhamos dois tipos de contratos e as propostas eram de aumento de 123% para um e 68% para outro. Com a junção dos contratos, conseguimos extinguir o aumento abusivo e inacessível de 123% e ainda diminuir 13% do contato atual. Sem contar que continuamos com benefícios que nenhuma instituição tem como, por exemplo, ser um plano familiar. A parceria com o Sintram foi fundamental para isso”, revelou Bruno.
De acordo com o diretor financeiro do Sintram, José Alcolano Martins – Zezinho -, o resultado das negociações foi positivo para os usuários. “O Sintram entende que os servidores devem ter voz ativa no que diz respeito a decisões que os afeta diretamente, portanto mudamos a forma de negociação inserindo os usuários dos planos na mesa de negociação e o resultado foi muito positivo”, finalizou.
![]() |







