Com a saída, Oliveira deixa de ter foro privilegiado e o processo deve ser enviado para a primeira instância.
Em maio, a relatora do caso, ministra Rosa Weber, afirmou, em um despacho, que o inquérito foi instaurado para apurar eventuais crimes praticados pelo deputado Mário de Oliveira, em relação à execução dos convênios celebrados entre o Município de Contagem (Minas Gerais) e a Escola de Ministério Jeová Jiré, tendo como objeto o programa de recuperação de dependentes químicos.
Uma das últimas movimentações do processo foi um pedido da Polícia Federal, em março, para a prorrogação de prazos para realizar diligências.
Ministro evangélico ligado a Igreja do Evangelho Quadrangular, Oliveira estava em seu sétimo mandato. Neste ano, ele tirou licença da Câmara de 4 de março a 5 de julho. No ano passado, ele ficou afastado de 30 de abril até 31 de agosto.
Em 2007, o deputado foi acusado de planejar e contratar um pistoleiro para executar o assassinato do então colega Carlos Willians (PTC-MG). O processo que foi parar no STF, mas foi arquivado por falta de provas. Mario de Oliveira sempre negou a acusação.






