O vereador assim como a oposição ao governo federal sabe que o futebol é o esporte mais popular do país, de norte a sul, de leste a oeste. E que houve disputa com outros países para que o Brasil conseguisse ganhar o direito de sediar a Copa do Mundo. E quando o Brasil conseguiu ganhar ser sede aconteceram comemorações do povo brasileiro com o feito? O nobre edil teria capacidade de entendimento que sem reformas dos estádios e de infraestrutura de aeroportos e vias públicas não seria possível a realização de um evento de tal envergadura. Mais ainda, que a Copa do Mundo vai injetar milhões ou talvez bilhão de dólares no país com o turismo? E que ao término os benefícios das realizações de tais obras, estradas, aeroportos, além dos estádios será o povo brasileiro. E o mais importante, a imagem do Brasil no exterior será ainda mais valorizada, trazendo para o pais dividendos, investimentos.
O vereador Edimar Máximo, assim como um pequeno grupo de edis que nunca exerce o seu papel, para o qual a população os elegeu como um representante/fiscal do Executivo, não sabe que o calçamento de ruas é atribuição do governo municipal e ainda assim existe uma parceira entre o município e a população que paga para que sua rua tenha calçamento, quando na verdade isto deveria ser uma atribuição tão somente do poder público.
Contaram para ele que durante a legislatura passada aconteceu o escândalo da corrupção das pedras poliédricas e que um estranho relatório de uma CPI foi finalizado com o sabor de pizza. Não deu nada para o acusado. E por isso os serviços de calçamento foram paralisados por muito tempo e até hoje tem problemas.
Será que ele sabe quanto que o governo municipal gastou com shows , eventos e publicidade e neste ano vai pelo mesmo caminho, que só em janeiro (2013) foi empenhado R$ 1,5 milhão de reais para a Casablanca que no escondidinho distribui este valor com a mídia amiga?
O governo federal não tem nada a ver com a péssima gestão publica do município. Existem sim, municípios com dificuldades, mas nem tanto. Em Divinópolis a dificuldade passou dos limites, do aceitável, do tolerável. É um erro atrás do outro. Veja a insatisfação da população. Tanto é que, nunca na história de Divinópolis houve um movimento de impeachment contra nenhum prefeito, e que possui cerca de 14 mil assinaturas.
O evangélico vereador Edimar Máximo atacou todos os projetos sociais direcionados à camada menos favorecida da sociedade como o Minha Casa Minha Vida, o PAC I, PAC II, o Bolsa Família.
Edimar continuou afirmando que existem cidades no nordeste que o PIB (Produto Interno Bruto) é somente do Bolsa Família. Não é preciso ir ao nordeste para fazer tal constatação, Minas Gerais tem um município, Serra da Saudade que segundo o censo do IBGE tem 810 habitantes. Quem vota Lei para criar essas cidades que mais parecem bairros periféricos são os políticos. E depois eles ficam dependentes única e exclusivamente do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) e se não houvesse programas do governo federal a situação seria ainda pior. E o nobre edil insanamente focado mais em uma questão política de ser da base de um prefeito tucano, diz que o governo federal tem comprado votos com o bolsa família.
Passaram um dado para o vereador para que lesse que, em 1988 o repasse do governo federal para os municípios era de 76% e que atualmente são de 36%. Sem entrar no mérito técnico da administração do repasse entre os entes públicos, somente políticos. Se com este percentual existe tanta corrupção nos governos municipais de todo o país, imaginem com muito recursos sobrando sendo administrado diretamente por muitos prefeitos mal preparados ou que já tenham o DNA da corrupção intrínseco em seu ser.
Toda volta dada no texto do pronunciamento do vereador foi para dizer, “olha eu sou parceiro, ta vendo, estou atacando o governo federal”. E poderia terminar assim: “Então clamo que, por favor, atendam as minhas indicações, os pedidos que faço. O que recebo de cobrança dos eleitores não está fácil”
Geraldo Passos






