De acordo com o Cremesp, os profissionais protestam contra as interferências das empresas no exercício da medicina, os baixos honorários pagos por consultas e procedimentos, e exigem condições adequadas para uma assistência de qualidade aos pacientes.
Em São Paulo, o atendimento eletivo a todos os planos de saúde será suspenso, mantendo-se as urgências e emergências. Os médicos vão ocupar toda a Avenida Paulista das 7h às 10h, com faixas na ilha central e cruzamentos da via, denunciando os problemas enfrentados na relação com os planos de saúde. Por volta das 10h, os manifestantes soltarão 10 mil balões negros para manifestar a insatisfação e a preocupação da classe com os rumos da saúde suplementar no País.





