Aécio quer atacar: até em procissão da Sexta-feira Santa disse que Dilma “optou pelo marketing ao invés de enfrentar os problemas do país” – Não conhece Divinópolis

Publicado por: suporte

Aécio voltou a repetir que o governo “privilegia a propaganda oficial” e que “optou pelo marketing”, ao invés de enfrentar os problemas do país, como na segurança e na educação.

Virtual candidato tucano a presidente, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) voltou a atacar a presidente Dilma Rousseff na noite desta sexta-feira (29), ao dizer que o governo promove mais um “trem da alegria” em busca de apoio político e faz reforma ministerial para garantir mais tempo na propaganda eleitoral.

(O governador Antônio Anastasia, claro, também do PSDB, para pagar a fatura do apoio à reeleição do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, apoiado pelos tucanos, nomeou para a Secretaria de Estado de Esporte e da Juventude, como secretário o deputado federal, Eros Biodini (PTB) que retirou seu nome como candidato a prefeito de Belo Horizonte para compor tempo partidário na TV. E o pior, o governador também nomeou Tiago Lacerda, filho do reeleito prefeito Màrcio Lacerda, como secretário da importante Secretaria Extraordinária para a Copa do Mundo)

Os ataques de Aécio à presidente ocorreram em São João Del Rey, onde ele participou da Procissão do Enterro, celebração da Sexta-Feira da Paixão, uma tradição na família Neves iniciada pelo seu avô Tancredo.

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Para o tucano, o governo Dilma “se entregou à lógica da reeleição” e, nessa linha, a reforma de ministérios “serve para aumentar os custos e garantir alguns segundos a mais de propaganda eleitoral para a atual presidente”.

(O prefeito de Divinópolis, Vladimir Azevedo, do mesmo partido de Aécio, fez uma aliança com 14 partidos para garantir alguns segundos a mais na propaganda eleitoral de outubro de 2012)

Aécio voltou a repetir que o governo “privilegia a propaganda oficial” e que “optou pelo marketing”, ao invés de enfrentar os problemas do país, como na segurança e na educação.

(Enfrentar os problemas de educação e saúde do município de Divinópolis é um grande desafio para a administração tucana, que prefere o marketing à realidade).

Ele disse que tramita no Congresso “mais um trem da alegria, mais 3.000 cargos”, que, conforme disse, serão nomeados para “garantir mais apoios nessa paquidérmica base de sustentação do governo, apenas para garantir apoio para a presidente”.

(Trem da alegria é o que não faltou antes das eleições municipais.Não falta e não faltará em Divinópolis – Realmente, Aécio não conhece as prefeituras governadas pelo seu partido em Minas)

Aécio disse concordar com o ex-governador Alberto Goldman (PSDB-SP) –aliado do também ex-governador paulista José Serra, desafeto do mineiro no partido- que a candidatura presidencial só deve ser definida em 2014.

“Não está na hora de o PSDB ter candidato a presidente”, disse Aécio, que alega que o momento é de cuidar das questões internas do partido, ouvir as pessoas e “construir um projeto”, afirmou.

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(E principalmente convencer Serra a não sair do partido e se não sair também não cruzar os braços no primeiro colégio eleitoral do país, São Paulo)

Ele acrescentou: “Quem está em campanha e utilizando de forma imprópria e abusiva os instrumentos de governo é a presidente da República”.

Sobre o apoio de Serra, Aécio disse ter ainda “muito tempo pela frente” e que respeitas as “posições, a inteligência e o tempo de cada um”.

“Eu estou sereno. O importante nesse momento é a unidade do partido”, disse ele, que participou durante três horas e meia da Procissão do Enterro, que se estendeu até o começo da madrugada deste Sábado de Aleluia.

(Se tais declarações em uma procissão é serenidade…)

Aécio disse que o PSDB “só vai disputar [a Presidência] com reais possibilidades de vitória no momento em que estiver unido”. Segundo ele, essa unidade se conquistará com o “espírito público” dos tucanos, entre eles José Serra, que o mineiro citou nominalmente.

(O PSDB precisará é buscar sua identidade perdida em 2001 na derrota de FHC para Lula e tentar uma reaproximação com o povo)

“Eu tenho muita confiança, independentemente de quem venha a ser o candidato do partido, que, na hora certa, o PSDB vai estar unido, vai agregar outras forças em torno desse projeto e nós vamos disputar com muitas possibilidades a Presidência-apesar da grande propaganda oficial”, disse.

(Aliança só com o PiG não ganha eleição, precisa combinar e encantar com o povo. Às vezes, pode até ganhar perdendo usando somente a força do marketing, mas fica ingovernável)

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