Os procuradores citam nominalmente o senador Fernando Collor (PTB-AL), responsável pelo pedido de investigação, dizendo “não ser cabível o abuso de prerrogativas parlamentares” para enfraquecer o Ministério Público. “Conhecedores dos predicados morais e profissionais do desagravado, os subscritores asseguram que as tentativas de macular a honra do chefe do Ministério Público da União, não alcançarão o fim predeterminado”, conclui a nota.
Ontem, Gurgel preferiu não comentar se a decisão do Senado tem motivação política, creditando a informação às notícias veiculadas na imprensa. Perguntado se concorda com essa avaliação, ele se limitou a responder que “é uma das possibilidades”.
A compra dos tablets foi feita pelo Ministério Público Federal (MPF) no valor de R$ 3 milhões. Na tarde de ontem, Collor aproveitou que o plenário do Senado estava esvaziado para aprovar um requerimento pedindo a investigação. O senador classificou a licitação de “absolutamente irresponsável” e acusou a compra de ter sido dirigida.
Fonte: Terra






