Em matéria com o título de “Mundial 2022 Qatargate”, a publicação conta que o suborno envolveu “enormes quantidades de dinheiro” e teve a participação de alguns dos principais dirigentes do futebol mundial, como Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF e que hoje vive na Flórida, nos Estados Unidos.
Também estão implicados, segundo a publicação, Julio Grondona, presidente da AFA (Federação Argentina de Futebol), Michel Platini, presidente da União Europeia de Futebol, Nicolas Leoz, presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol, e Sandro Rosell, presidente do Barcelona.
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