Antje costumava ser encontrada nos bares de Munique usando roupas provocativas, um prato cheio para os homens solitários. Alguns deles, percebiam que a mulher queria mais do que eles podiam dar e tentavam fugir das garras da loira, sem sucesso.
Em abril, o Dieter Schultz, 43, resolveu conhecer o apartamento da mulher. Fizeram amor três vezes, até ele decidir que era hora de partir. Mas a loira escondeu as chaves e o forçou a transar com ela mais cinco vezes. Ele esperou ela dormir, e ligou para a emergência.
De acordo com o noticiário, ela foi indiciada por cárcere privado, entre outras coisas. Outra “vítima” também ligou para a polícia, depois de ela o obrigar a ficar por mais um tempo em sua cama.
A Ninfomaníaca de Munique não era nada daquilo que o imaginário do que não a conheciam a pintava. Ela falava bem, tinha um pouco de classe, e parecia ser muito envolvente. Uma predadora que um dia havia sido escritora e dona de uma loja de moda. A sua vida mudou quando o vício pelo sexo tomou conta de suas ambições.
A mãe de Antje contou ao jornal que essa obsessão da filha começou depois que o marido de Antje a deixou por não ser nova o suficiente. Ela teria então entrado em depressão profunda. “Minha filha estava doente”.
A polícia alemã informou que vão esperar o laudo do legista, mas acredita que a mulher morreu de causas naturais. Ou um perigosa mistura de sexo, drogas e muita bebida. O coração não aguentou.






