Lacerda: “Vou à Justiça contra calúnia na web”

Publicado por: suporte


“Quando for um debate honesto, um debate político de alto nível, vamos debater com nossos argumentos. Agora, contra ofensa, calúnia e difamação só mesmo indo à Justiça”. Com essas palavras, ditas à jornalista Alessandra Mello do jornal Estado de Minas, o prefeito e candidato á reeleição Márcio Lacerda (PSB) contra-atacou.

Tanto Lacerda quanto seu vice, Délio Malheiros (PV), afirmaram que as ofensas consideradas graves serão tratadas pela equipe de advogados da coligação. O tema “fora Lacerda” ficou recorrente na internet e a chance de ficar ainda mais aumentou, depois do lançamento de uma candidatura adversária competitiva, caso do ex-ministro petista Patrus Ananias. No Facebook, também é possível encontrar várias páginas com o slogan preferido dos anti-Lacerda.

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As duas principais candidaturas em Belo Horizonte estão investindo fortemente no marketing político na internet. A campanha deste ano já é a mais digital da história da cidade. Embora Lacerda e Patrus afirmem que vão manter uma campanha na internet apenas no campo de discussão de propostas, as coligações vêm se preparando para uma verdadeira guerra. Cada qual à sua maneira, ambas buscam ferramentas para que o nome do seu candidato seja o mais visto, positivamente é claro, no Facebook, Twitter, Youtube, entre outros sites com milhões de acessos.

Embora Márcio Lacerda diga que vai procurar à Justiça para punir quem o ofender na internet, o tom do prefeito é mais de intimidação do que prático. Em uma campanha de três meses a melhor defesa acaba sendo o ataque. O anonimato que a web confere aos seus usuários torna muito difícil uma ação rápida do judiciário, por isso é de se esperar que o contra-ataque do socialista não virá não apenas nas palavras do prefeito – o troco pode ser na mesma moeda. É ficar atento ao mundo virtual e conferir.

Comentários postados no 247

 

comentários para “Lacerda: “Vou à Justiça contra calúnia na web””

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  1. hahahaha 20.07.2012 às 21:04

    Aposto que o Lulinha autoriza a quebra do seu sigilo bancário e fiscal a qualquer momento, será que a Verônica, filhinha do papai abriria o dela?

  2. hahahaha 20.07.2012 às 21:02

    Quer dizer então que as empresas de onibus em sp não dá um por fora para o prefeito , hahahahaha

  3. Ataliba Junqueira 20.07.2012 às 20:35

    Cuidado, Lacerda! O nefando lulopetismo pode matar. Não acredita? Então, tá. Mais um pouquinho do que vai no livro “O Chefe”: “Em março de 2003, logo após assumir a Presidência da República, Lula recebeu em sua casa, em São Bernardo do Campo (SP), Mara Gabrilli. Durante 20 minutos, o presidente ouviu um relato que misturava chantagem e extorsão contra os donos da empresa de ônibus Expresso Guarará, pertencente à família de Mara Gabrilli. Para prestar serviços em Santo André (SP), cidade vizinha de São Bernardo do Campo, os proprietários da Expresso Guarará eram obrigados a pagar propina à Prefeitura do PT. Palavras de Mara Gabrilli: – Contei como era o esquema, quem cobrava a propina, e como a Prefeitura tirou a licença para a empresa da minha família operar algumas linhas, em represália ao fato de meu pai não ter dado propina a partir de certo momento. Mara Gabrilli não deixou dúvidas. Indicou para Lula os responsáveis pelo esquema de corrupção: o secretário de Serviços Municipais, Klinger Luiz de Oliveira (PT), o empresário Ronan Maria Pinto e o ex-segurança do prefeito Celso Daniel (PT), Sérgio Gomes da Silva, o “Sombra”. – Eu falei ao presidente sobre o pagamento da caixinha que meu pai era obrigado a fazer a cada dia 30. E falei da retaliação imposta à empresa desde que eu e minha irmã, Rosângela, denunciamos o fato ao Ministério Público. Ao denunciar a corrupção em Santo André à CPI dos Bingos, em 2005, Rosângela Gabrilli afirmou que os donos de empresas de ônibus na cidade eram pressionados a contribuir para o caixa 2 do PT desde 1997, durante a segunda gestão do prefeito Celso Daniel. Cabia ao Expresso Guarará o repasse de R$ 40 mil mensais, em dinheiro vivo. Do depoimento de Rosângela: – Os achaques eram feitos com intimidação e ameaça. Diziam que o Klinger tinha sempre um revólver preso na canela. Isso constrangia muito. E ele lembrava a cada momento: “Com o poder não se brinca, o poder tudo pode”. Antes de sair do apartamento de Lula, Mara Gabrilli ouviu o presidente dizer que tomaria providências e lhe daria uma resposta. Não foi o que aconteceu: – Ocorreu justamente o contrário. Klinger soube, reclamou, e dias depois uma comissão de sindicância da Prefeitura se instalou na nossa empresa.”

  4. Ataliba Junqueira 20.07.2012 às 20:16

    Este aí o estilo manso e ordeiro do nefando lulopetismo. São tão peçonhentos que, em São Paulo, 4 dos raros militantes dos tucanos abordaram educadamente o Haddad e logo foram tachados de agressivos. A mentira é da natureza desses salafrários. Querem ver? Então vamos a mais um pouquinho do livro “O Chefe”: “Quem ocupou páginas de jornal foi Fábio Luís Lula da Silva. O jornal O Globo, do Rio, publicou em julho de 2005 que a Telemar, uma das maiores operadoras de telefonia do País, havia comprado ações da Gamecorp, empresa de Lulinha. Note-se que a Telemar, concessionária de serviço público, era constituída com recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Banco do Brasil e fundos de pensão de empresas estatais. A notícia falava na aplicação de R$ 5 milhões na Gamecorp. Com o negócio, a Telemar disporia de ações da empresa de Lulinha e do direito de usar programas de jogos produzidos pela Gamecorp em telefones celulares. Lulinha havia montado a Gamecorp, com capital de R$ 10 mil, numa sociedade firmada no ano anterior com Kalil e Fernando Bittar, filhos de Jacó Bittar, velho amigo de Lula, nomeado por influência do presidente como conselheiro da Petros, o fundo de pensão dos funcionários da Petrobras. O negócio com a Telemar elevou a R$ 7 milhões a expectativa de faturamento da Gamecorp em 2006. A transação foi intermediada pela BDO Trevisan, empresa de consultoria de Antoninho Marmo Trevisan. Ele era outro amigo de Lula, nomeado para o Conselho de Ética Pública da Presidência da República. Para ganhar a vida, Lulinha dava aulas de informática. Teve rápida ascensão com a eleição do pai. A Telemar patrocinou viagens dele aos Estados Unidos, Japão e Coreia. O caso da Gamecorp eclodiu no meio da crise do escândalo do mensalão. Antes de viajar para a França, Lula aproveitou uma reunião ministerial para repelir as denúncias de favorecimento à empresa do filho: – Estão querendo mexer na minha vida privada. Isso é uma baixaria, um golpe baixo, um desrespeito. Isso é irracional.”

  5. Nilson Brito 20.07.2012 às 20:09

    Quem mandou ele se misturar com os leprosos dos PSDBESTAS.

  6. comentarista 20.07.2012 às 20:03

    Qdo era amiguinho do PT era tudo as 1000 maravilhas mas agora q estão disputando a prefeitura… como essas PETRALHAS são um bando de FILHOS DA PUTA…

  7. Eliana/MG 20.07.2012 às 19:19

    Foooooooooora Lacerda traidor. Amarra cachorro de demotucano.

  8. Eliana/MG 20.07.2012 às 19:17

    Foooooooooooooooora Lacerda traidor. Amarra cachorro de demotucano.


FONTE: site 247

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