O assunto que a Globo estava fazendo o maior estardalhaço é requentado, já foi noticiado há alguns anos. A história da macumba na Casa da Dinda não é novidade, agora só foi comprovada pelo testemunho da ex-mulher do ex-presidente da República Fernando Collor de Melo.
O que a população precisa de verdade é o que está por trás da matéria que a Tv Globo levou ao ar no fantástico deste domingo(15/07) como se fosse um fato inédito.
Pronunciamento que motivou o troco da GLOBO
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A Globo, assim como Veja e outros “grandes” veículos de comunicação, que Paulo Henrique Amorim (PHA) apelidou de PiG (Partido da Imprensa Golpista) diante do pronunciamento do senador Collor na CPI do Cachoeira quando ele “atacou” a Revista, quer amedrontar o senador para que não haja investigação alguma ligando Carlinhos Cachoeira com a mídia. A Globo com a entrevista de Rosane saiu em defesa da Revista Veja.
| Continua depois da publicidade Rosane Collor diz que PC Farias tinha influência no governo do ex-presidente
A ex-primeira dama Rosane Collor declarou ao “Fantástico”, exibido na noite deste domingo (15) pela TV Globo, que a relação do ex-presidente Fernando Collor com PC Farias era maior do que ele sempre admitiu.
O ex-tesoureiro de campanha (envolvido em episódios que culminaram no impeachment de Collor, em 1992) manteve influência no governo até surgirem as primeiras denúncias contra ele, de acordo com Rosane.
“Uma vez por semana, ele [PC Farias] tomava café da manhã na Casa da Dinda [residência do antigo casal, em Brasília] com Fernando. Agora, depois que começaram a sair as notícias ruins, aí ele nunca mais foi tomar café na nossa casa”, disse.
Rosane diz que a influência de PC Farias sobre Collor era maior que a dela.
A ex-mulher de Collor afirmou que teve problemas com PC Farias quando foi presidente da LBA (Legião Brasileira de Assistência). O ex-tesoureiro, segundo ela, queria interferir no órgão, “colocando muitas pessoas para trabalhar em cargos importantes”.
Rosane contou na entrevista detalhes de rituais de magia negra que, segundo ela, Collor praticava no porão da residência.
“O Fernando fez ritual de ficar isolado, na Casa da Dinda tem um porão e ele ficou durante três dias isolado, como se fosse se consagrando”, declarou.
A informação sobre a existência desses rituais já havia sido revelada por Pedro Collor nos anos 90 e por Rosane nos últimos anos.
O ex-presidente Fernando Collor não se manifestou.
A ex-primeira-dama prepara uma biografia para mostrar a sua versão de alguns dos acontecimentos do governo Collor.
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Jornal O Tempo
| Rosane confirma magia negra na Casa da Dinda
A ex-primeira-dama Rosane Collor prepara uma autobiografia sobre o período de convivência com o poder, ao lado do ex-marido Fernando Collor, e antecipou revelações em entrevista ao “Fantástico”, da rede Globo, que foi ao ar ontem à noite. A Segundo Rosane, as sessões ficavam a cargo de uma assessora chamada Maria Cecília, que, anos depois, converteu-se a uma igreja evangélica e, hoje, é pastora. Essa mulher contaria, tempos depois, que os trabalhos desenvolvidos, com rituais em cemitérios e sacrifícios de animais, teve duas fases: a primeira, para Fernando Collor se tornar presidente da República, e a segunda, nos porões da Casa da Dinda, para ele se manter no cargo. Também eram feitos trabalhos contra os inimigos políticos. A ex-mulher acredita que tenha surgido desse método o que chama de “maldição de Collor”, que levou pessoas próximas a “mortes estranhas”, como, em 1994, a do próprio Pedro Collor – autor das denúncias que resultaram no impeachment do irmão, no fim de 1992. Rosane relatou que ainda se sente ameaçada e que o lançamento de seu livro irá desagradar o ex-marido. “Eu me considero um arquivo vivo. Se algo acontecer na minha vida, o responsável maior será Fernando Collor de Mello”, disse. O casal se divorciou em 2005 e, desde 2008, ela move duas ações contra Fernando Collor no valor de R$ 1,2 milhão. Ela contou que recebe, atualmente, pensão mensal de R$ 18 mil, que considera pouco. E admitiu que “não estava preparada para o poder”. Tesoureiro PC. |
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Na TV, Rosane revela sofrer ameaças e fala sobre amor e disputas com Collor
“Se algo acontecer na minha vida, o responsável será Fernando Collor de Mello”, diz Rosane, que falou ainda de magia negra e visitas de PC Farias, negadas por Collor, à Casa da Dinda. Vinte anos após o impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello, Rosane Malta – antes conhecida como a ex-primeira-dama Rosane Collor – concedeu uma entrevista ao programa “Fantástico”, da Rede Globo, neste domingo (15). Separada há 7 anos de Collor e aos 47 anos de idade, Rosane reafirma que Collor participava de práticas de magia negra dentro da Casa da Dinda (residência presidencial) e também fala sobre os sentimentos de amor e ressentimento que tem pelo ex-presidente.
Confira linha do tempo com os principais fatos do impeachment de Collor
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“O Fernando foi o grande amor da minha vida, mas também foi a minha grande decepção”, afirma Rosane a jornalista Renata Ceribelli.
Rosane vive sozinha na mansão construída quando ainda era casada com o ex-presidente na capital alagoana e divide seu tempo entre a academia de ginástica e as atividades religiosas e sociais da igreja evangélica à qual se converteu alguns anos atrás.
A ex-primeira-dama culpa Collor pelos revezes de sua vida e alimenta teorias conspiratórias quanto à sua segurança pessoal e costuma dizer que é uma das únicas sobreviventes do grupo próximo ao então presidente.
“Eu me considero um arquivo vivo”, diz a ex-primeira-dama. Rosane afirma que corre risco de vida, temendo que a chamada maldição da era Collor chegue até ela. “Se algo acontecer na minha vida, o responsável maior será Fernando Collor de Mello”, acusa.
Ela que diz que foi ameaçada a mando de Fernando Collor para não encontrar Maria Cecília, que é a pessoa que realizava trabalhos de magia negra para o ex-presidente. “Recebi um telefonema dizendo que eu não fosse a esse evento (de Maria Cecília). Disse que se eu fosse eu não voltaria. Foi ele que me ameaçou por um telefonema anônimo. Falavam que ele tinha mandado ligar. Se eu fosse eu não voltaria”.
A ex-primeira-dama deu detalhes sobre os rituais de magia negra que ocorriam até nos porões da Casa da Dinda. Segundo ela, Fernando Collor já fazia rituais antes dos dois se conhecerem. “Faziam trabalhos em cemitérios, na Casa da Dinda. Eram trabalhos muito sérios, trabalhos com morte de animais em que matavam galinha, boi, vaca”.
“O Fernando fez ritual de ficar isolado na Casa da Dinda. Ficou durante três dias isolado no porão, dormindo em esteira, com roupa branca. Ele acreditava que assim, o mal que faziam contra ele, voltaria”, disse Rosane.
Rosane também falou sobre a relação de Collor com o seu ex-tesoureiro de campanha, Paulo César Farias, o PC. Segundo ela, o ex-presidente mentiu quando declarou, em rede nacional, (veja o vídeo na cronologia do impeachment) que não tinha mais contato com PC durante os anos em que esteve na Presidência. “Ele tomava café da manhã na Casa da Dinda. Uma vez por semana ele tomava café da manhã com o Fernando. Eles eram amigos. Eu tenho certeza que o PC tinha influência no governo”.
A ex-mulher está disputa judicial com Fernando Collor por achar que tem direito a metade do que o ex-presidente conquistou após o casamento, apesar de não ter esse direito no regime em que casaram. “Casamos em separação de bens total, mas eu achava que tinha sido separação parcial de bens. Mas infelizmente, pela minha maturidade, eu assinei um documento em que eu não sabia o que estava fazendo”
Rosane também luta para aumentar a pensão de R$ 18 mil que ganha mensalmente do marido. “Pela vida que ele tem, acho pouco. Vejo amigas minhas, que o marido não foi presidente ou senador, e tem uma pensão de quase R$ 40 mil reais”.
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CONTINUA…
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