| Trump está focado nas finais do Celebrity Apprentice. E continua a travar o processo de escolha da cidade-sede do Miss Universo 2012 Continua depois da publicidade A paciência de alguns coordenadores nacionais e até mesmo de patrocinadores do Miss USA 2012 já começa a estourar junto à NBC e à Miss Universe Organization. Como boa parte das tarefas do The Celebrity Apprentice já foi gravada (menos as que antecedem a grande final da quarta temporada, no próximo dia 20), Donald Trump, apresentador da atração e também co-proprietário do Miss Universo, se concentra agora na produção das tarefas finais em paralelo às suas n reuniões de negócios (numa delas, fugiu de ir para assistir o Miss Universo 2011 em São Paulo para se esconder na Escócia. Trump tem fobia à fetidão da Marginal do rio Tietê, onde se situa a redação da revista Veja. Tem horror a germes). Falando sério, agora: Trump usa o Celebrity Apprentice para se esconder da ira incumbente de coordenadores nacionais com a lentidão na definição da cidade-sede da 61ª edição do concurso Miss Universo. Nova York é opção natural, mas ainda não foi oficializada. Trump precisa conversar com o prefeito Mike Bloomberg e empresários do setor artístico, notadamente os dos teatros da Broadway (e fora dela, y compris o Radio City Music Hall, na vizinhança da NBC, no Rockfeller Center, no quintal de casa). Quer pegar o gancho da série Smash, da própria NBC, para capitalizar com o sucesso crítico da trama, mais barata que a aberração ecológica de Terra Nova. No frigir dos ovos, dos eggs and bacon, Donald Trump quer mesmo é convidar o Steven Spielberg para sentar na banca de jurados da final televisionada. Vamos ver se isso vai dar. Isso se não o acertá-lo como produtor executivo da bagunça de trio elétrico do carnaval baiano, regado a pancadaria de policiais militares ao som da Claudia Leitte, em que se transformou o concurso de 2011, engalfinhado na lata de sardinha que é o Credicard Hall. Em paralelo, Trump empurra com a barriga a definição da cidade-sede e da data do Miss Universo 2012 como se estivesse numa luta de sumô. Brinca com o bom senso dos publicistas da área de comunicação da NBC e com os nervos de coordenadores nacionais, preparadores locais, agências de modelos, missólogos (exceto os que assistem à novela tecnhnotronic-pop-brega-britpop-eletronica das sete da Tevê Globo, mais cheia de charme que a Melissa McCarthy, do Mike & Molly – cheia na pior acepção da palavra, para não falar outra coisa). Como diria o finado Costinha, Donald Trump está brincando com várias coisas: Continua depois da publicidade -Com os programadores da NBC e da Telemundo; -Com os departamentos comerciais da NBC e da Telemundo; -Com os franqueados nacionais do Miss Universo (inclusive a brasileira Rede Bandeirantes e sua empresa de eventos, a Enter); -Com a economia popular; -Com a paciência dos missólogos; -Com os asnos, barões e burros de redação da grande mídia; -Com o Código Norte-Americano de Defesa do Consumidor (mais rígido que o sancionado pelo Collor de Mello); -Com a Magali Febles; -Com o Osmel Sousa; -Com os meus nervos; -Com a Temperance Bones Brennan e com o Seeley Booth; -Com a dona da agência de modelos responsável pelo Miss Ceará(*), na Rede Globo de Fortaleza (TV Verdes Mares, via The CW, a.k.a. TV Diário); -Com o legado musical da dupla Tonico e Tinoco; -Com o Nelito Marques (coordenador do Miss Piauí); -Com o Pedro Neto (coordenador do Miss Paraíba); -Com o José Alonso Dias (coordenador de facto do Miss Minas Gerais; de direito a Band Minas não manda nem na casa da ex-sogra da Kim Kardashian em Minnetonka) (Isso apenas para citar os coordenadores estaduais mais poderosos e influentes do Miss Brasil); -Com o Evandro Hazzy, feito de gaiato da vez; -Com a Australian Gold; -Com o Farouk Shami, dono da Farouk Systems; -Com a Chinese Laundry; -Com a Unilever; -Com a New York Film Academy; -Com o próprio umbigo. (*)Na teoria, a Band é dona dos direitos de transmissão do concurso Miss Brasil e de seus concursos estaduais quando, na prática, estes pertencem à Globo (que desde 1990 paga para não transmití-lo). É a mesma coisa que a emissora da famíglia Marinho fez (e ainda faz) com as séries da FOX, como Glee, Bones, Burn Notice e outras (fora as animações)
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