Como parlamentar, o vereador tem todo o direito de votar como ele bem entende, e a mídia tem o direito de noticiar também o que bem entende e achar relevante dentro da sua linha editorial.
Mas, é fato e sabido por todos que foge à normalidade da interpretação do mundo dos evangélicos, a naturalidade com que o vereador Paulo César, que carrega no nome parlamentar o pré-titulo de pastor justificou o seu voto, de ser o Brasil um país laico.
Isto ele terá que explicar para o mundo evangélico, que, com certeza não verá com a naturalidade que ele viu.
Não está em julgamento de valores se o Centro Espírita tem ou não dirieto a ter um terreno doado pelo município, até porque várias outras religiões possuem propriedades doadas pelo município, até mesmo igrejas evangélicas. O que será questionado é o voto do vereador Pastor Paulo César (PRB ) que tinha uma variáveis de opções em plenário, mas, como sempre, acreditando que o seu poder de oratória sobrepõe a qualquer coisa, optou por votar favoravelmente a doação para o centro espírita.
Paulo César em suas posições, sempre foi adepto do ecumenismo. Posicionamento este que as igreja tradicionais não vêem com bons olhos, e até mesmo algumas pentecostais. A aprovação ou reprovação de sua atuação parlamentar só será conhecida no dia 7 de outubro.
É aguardar como o mundo evangélico vai reagir diante da sua opção de voto em plenário nesta terça-feira (10).






