Será que nas licitações da Prefeitura de Divinópolis e da Câmara Municipal existe o “ACORDO DE MERCADO” denunciado no Fantástico neste último domingo?

Publicado por: suporte

È uma lamentável e sofrível para o país que as emissoras afiliadas da TV Globo, Record, SBT, Bandeirantes, assim com outros veículos de comunicação impressos de alcance nacional, como Veja, Isto É, Época e Carta Capital, com suas coberturas jornalística regionalizadas não se atentem para o que acontece nos 5.565 municípios do Brasil.

Os desvios e as irregularidades nas licitações se somados deve ser maior do que os rombos que o brasileiro tem tomado conhecimento no cenário federal. É o roubo do varejinho que multiplicado por 5.565 dá um rombo astronômico.

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Normalmente a pequena mídia local por falta de recursos de pessoal ou capacitação técnica no jornalismo investigativo, ou até mesmo por comprometimento com os governos locais não tem condições de rastrear e investigar os desvios diretos e os indiretos através das licitações. Somente a grande mídia teria tais condições, mas suas afiliadas na maioria das vezes, gostam é de pautas ao estilo “receita de batata”. Alguns jornalistas de grandes emissoras de TV sequer conhecem os vereadores da cidade no qual a emissora está instalada, chegam mais perdidos que cego em tiroteio, perguntando o que está acontecendo, e quem é quem. Deve ser determinação do comando central não se meter em política.

Um sinal claro de corrupção, segundo o site Transparência Brasil, é a mesma empresa ficar ganhando várias licitações, ou revezando no máximo com umas três. E em Divinópolis existem casos assim. Que entra governo sai governo lá estão sempre as mesmas empresas. Não existem provas apenas desconfianças sintomáticas.

No caso do Fantástico os bandidos, é, podemos chamá-los assim, com tranqüilidade, fantasiados de empresários, estão tão acostumados ao trambique que conversam sobre propinas de 10, 15 e até 20% com a maior naturalidade. Explicam de que forma eles pagam a propina, sempre em dinheiro vivo, dentro de caixa de whisky, vinho (eles inventam onde vão acondicionar o dinheiro) e em lugares movimentados, como exemplo citaram shoppings.

A ética do ladrão e da ladra e o “Acordo de Mercado”
 

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Fabricando emergência
 

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