O valor apresentado como recursos da União, R$ 15.415.524,60 é para pagamento da média e alta complexidade, sendo que 70% ficou com Divinópolis e 30% para o atendimento de outros municípios que são atendidos através de Divinópolis.
O município no último trimestre do ano aplicou (R$ 14.026.327,76) mais que o dobro do que deveria, enquanto o Estado (R$ 7.220.452,50) e a União ficaram aquém do que deveriam aplicar.
Gostem ou não, os governistas ou oposicionistas, o vereador que mais atuou, questionando e participando avidamente foi o vereador Beto Machado (PSDB).
A secretária antes de responder aos questionamentos do vereador Beto, criticou o Governo Federal por ter feito o corte de R$ 5,4 bilhões de reais no já escasso recursos para a saúde pública. “A nossa presidente não tem como prioridade a saúde – Acaba que são as Secretarias e os Prefeitos que se tornam culpados”
Entre outras perguntas, Beto questionou a média salarial de R$ 3 mil reais para os servidores da SEMUSA, segundo um cálculo feito por ele, tendo como base o número da folha de pagamento da secretaria, cerca de R$ 14 milhões e a quantidade de servidores, aproximadamente 1400 servidores. A resposta que obteve foi que aparece este valor como média, por que estão incluídos todos os encargos sociais e também o 13º salário. Contudo, a secretária acrescentou que na região, é a Prefeitura de Divinópolis quem paga os melhores salários no setor de saúde.
Outro questionamento feito pelo vereador foi quanto ao hospital publico municipal que está sendo construído. Na prestação aparece o repasse de R$ 3 milhões feito pelo Governo de Minas, ele quis saber se existiu até agora algum investimento do município. A secretária respondeu que na realidade o Governo de Minas, já repassou R$ 21 milhões para a construção do Hospital, os R$ 3 milhões que apareceu na prestação de contas, é por que refere-se ao último trimestre de 2011, mas o valor é maior. E, adiantou que em breve o Governo de Minas repassará mais R$ 15 milhões.
O tomógrafo foi outro assunto espinhoso abordado por Beto Machado. A secretária respondendo ao vereador disse que o processo inicial de compra do tomógrafo não fazia parte da atual gestão e que foi uma emenda do deputado federal Jaime Martins, e que não tinha noticias a respeito.
O vereador fez outros questionamentos sobre o número real de PSF, a mortalidade infantil que teria se acentuado e sobre deu chances para que o servidor Kildare, gerente do Posto de Saúde Central, explicasse sobre uma noticia publicada no Divinews, envolvendo a sua atuação como servidor e uma loja que sua família possui.
Na seqüência, o jovem Igor, twitteiro (PQP – Pão de Queijo Project), insistiu na demanda do tomógrafo, dizendo que a Emenda da vereadora Heloisa Cerri não foi aprovada por ser ela de oposição e que tinha também informações de que não teria servidores habilitados para operar o tomógrafo. A explicação ficou um tanto confusa, sobre o assunto. Mas, a secretária cherie afirmou: “se nós tivéssemos hoje um tomógrafo não teríamos onde atender, ele é um equipamento muito grande”
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