– Na cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de Saúde bucal, a nota foi de 9,25, lembrando que acima de Divinópolis existem 4.185 municípios.
– Média de ação coletiva de escovação dental supervisionada 2,83 na classificação geral na posição 1.890.
– Proporção de exondontia em relação aos procedimentos, 10,0 na classificação 1.026º lugar
– Divinópolis obteve o índice de 8,56 para a proporção nascido de mãe com 7 ou mais consultas de pré-natal, ficando com a colocação global de 1.634º.
ACESSO POTENCIAL AO OBTIDO
Razão de exames de mamografia realizados em mulheres de 50 a 69 anos e população da mesma faixa etária, nota 5,38 – posição 4.728
Exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 59 anos e a população na mesma faixa, a nota foi 4,79 na 4.631ª posição.
Internação clínico-cirurgicas de média complexidade e população residente 2,82 na 5.314ª posição.
Razão de procedimentos ambulatoriais selecionados de média complexidade e população residente, com uma nota de 0,99 na posição 3.230
M = Razão de internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade e população residente
N = Razão de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade selecionados e população residente
O = Proporção de acesso hospitalar dos óbitos por acidente
P = Proporção de internações de média complexidade realizadas para não residentes
Q = Proporção de internações de alta complexidade realizadas para não residentes
R = Proporção de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade realizados para não residentes
S = Proporção de procedimentos de média complexidade realizados para não residentes
T = Proporção de Internações Sensíveis a Atenção Básica ISAB
U = Taxa de Incidência de Sífilis Congênita
V = Proporção de cura de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera
w = Proporção de cura de casos novos de hanseníase
X = Cobertura com a vacina tetravalente em menores de 1 ano
y = Proporção de Parto Normal
Z = Proporção de óbitos em menores de 15 anos nas UTI
AA = Proporção de óbitos nas internações por infarto agudo do miocárdio (IAM)
|
O Índice de Desempenho do SUS (IDSUS) é um indicador síntese, que faz uma aferição contextualizada do desempenho do Sistema de Único de Saúde (SUS) quanto ao acesso (potencial ou obtido) e à efetividade da Atenção Básica, das Atenções Ambulatorial e Hospitalar e das Urgências e Emergências.
A partir da análise e do cruzamento de uma série de indicadores simples e compostos, o IDSUS avalia o Sistema Único de Saúde que atende aos residentes nos municípios, regiões de saúde, estados, regiões, bem como em todo país.
É importante destacar que, em função da grande diversidade (demográfica, cultural, socioeconômica, geográfica, etc.) dos territórios do nosso país, não seria adequado realizar uma classificação que apenas posicionasse, em ordem crescente ou decrescente, os municípios brasileiros. Assim, para realizar uma avaliação mais justa, a análise comparativa das notas do IDSUS deve ser feita por meio dos Grupos Homogêneos. Apenas dentro deles, por apresentarem características similares entre si, é possível traçar um paralelo comparativo.
Dessa forma, o IDSUS se coloca como um importante subsídio para a formulação e execução de políticas públicas de saúde, tendo em vista que pode subsidiar gestores municipais, estaduais e federais a fortalecerem, em um compromisso compartilhado, seus sistemas e melhorarem a qualidade da atenção à saúde dos brasileiros.
Fundamentos do IDSUS
Para a estruturação de um modelo que avalie o desempenho do Sistema Único de Saúde, o Ministério da Saúde (MS), por intermédio de seu Departamento de Monitoramento e Avaliação (DEMAS), recorreu a diversas experiências brasileiras, tais como:
• Às propostas e experiências de monitoramento e avaliação do próprio Ministério da Saúde, entre as quais o Programa Nacional de Avaliação dos Serviços de Saúde (PNASS) e o Pacto pela Saúde;
• À experiência da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa), que congrega instituições responsáveis por informação em saúde no Brasil, com o objetivo de produzir subsídios para políticas públicas de saúde;
• Às experiências de avaliação de alguns estados e municípios brasileiros, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ao avaliar as operadoras de planos privados de saúde, além de estudos e experiências internacionais; e, principalmente,
• Ao Projeto Desenvolvimento de Metodologia de Avaliação do Desempenho do Sistema de Saúde Brasileiro (PRO-ADESS), da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco), coordenado pelo Instituto de Comunicação e Informação
Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT/Fiocruz), que foi utilizado como fundamento teórico para o desenvolvimento do modelo.
O PRO-ADESS é abrangente e propõe uma articulação pertinente de dimensões essenciais para avaliação dos sistemas de saúde e de suas complexidades, que serviu de ponto de partida para o modelo de avaliação utilizado pelo IDSUS, cujo foco consiste na avaliação do acesso (potencial ou obtido) e da efetividade do SUS.
RELATÓRIOS <CLIQUE AQUI>
Escolha a opção INDICADORES POR MUNICIPIO – Com isto será gerado uma tabela em excel – Com a tabela você pode fazer as classificações que julgar necessárias para ver o posicionamento de divinópolis nos mais diferentes itens avaliados
Comentário postado pelo Secretário Adjunto de Saúde, Gilma Santos, sobre a matéria – Lembrando que na tarde do último sábado tentamos fazer contato com ele e não conseguimos – E por ser relevante a sua explicação, vamos reproduzir.
Análise Global
“Deve-se Lembrar na matéria aqui colocada que o período analisado foi de 2008 a 2010. E lembrar aos ilustres entendidos de gestão pública que o Plano Municipal de Saúde compreende os anos de 2006 a 2009 e o seguintes de 2010 a 2013. E que o IDSUS foi implantado na Gestão do Padilha e que só tem a contribuir com a valorização dos recursos aplicados. Se observarem com um olhar menos ISENTO, verão que tem Estado que sempre cumpriu a EC 29 e estão abaixo de Estados que nunca cumpriram a EC 29 como RS e MG. A análise desses 24 indicadores deveria ser técnica aliada a proposta da politica pública implantada no estado,municipios ou União,e não de forma a ver só pontos negativos sem cruzamentos de dados com o SIOPS e outras formas de avaliação dos recursos repassados fundo a fundo” (Gilmar Sasntos)
|
{youtube}J4ZwgUtG6Mw?version=3{/youtube}
|






