A dissimulação é grande, mas todos os que são ouvidos falam que tem um determinado número de votos que matematicamente, de acordo com os atuais 13 vereadores da Câmara, não fecha. Nem com equação matemática os números conseguem fechar. Um diz que tem 7 votos garantidos, o outro também, só que de corrente política diferente, logo, não são todos os 7 da corrente. Vem o outro e fala que tem 8 votos. E por aí vai a brincadeirinha.
Outros falam que tem 4 ou 5, mas que, tem alguns votos garantidos. E todos os servidores da Câmara fazem contas, tornam-se matemáticos e tentam adivinhar e interpretar o quadro a todo o momento. Claro, todos ficam preocupados, se vão continuar ou não. E está tudo atrelado as negociações não só da mesa diretora, quanto do próprio voto.
É um balcão de negócios. Um vereador vota no outro, mas coloca condições. Voto se os fulanos ou as beltranas continuarem no cargo, ou no mínimo terem emprego na Câmara.
Dizem que tem um “determinado” candidato a reeleição que chegou oferecer para um seu forte adversário, que se ele fosse o seu vice, teria 50% dos cargos. É assim que a coisa funciona. É igualzinho a oposição da Presidenta Dilma está acusando o governo dela, de loteamento de cargos. A mesma coisa ocorre na Prefeitura de Divinópolis, os partidos que apóiam o Prefeito Vladimir Azevedo tem cargos que foram loteados.
Mas, todos os anos na eleição da mesa diretora ocorre esta conta mambembe, que os números não fecham.





