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No caso da Secretaria Adjunta de Comunicação, chefiada por Walon Delano, os gastos ficam escondidinhos dentro da Secretaria Municipal de Governo, comandada pelo secretário Antônio Faraco, que de janeiro até agosto, gastou R$ 3.543.307,30, deste valor a comunicação comeu R$ 2.787.120,01 – O restante do valor da Secretaria de Faraco, foi assim distribuído: R$ 328,072,97 para a Secretaria Adjunta de Desenvolvimento comunitário, sob a chefia de Luis Militão; R$ 67.307,31 foi para a Secretaria Adjunta de Relações Institucionais, chefiada por Rui Campos Tavares.
Como eles são muito criativos, pensam ter um QI acima da média subestimando a inteligência da população e dos que consideram adversários, esconderam os valores e os nomes dos “fornecedores de mídia”, todos na agência Casablanca Comunicação e Marketing Ltda, que atende o atual governo através de vários aditamento de contrato. E, já entrando no último ano do governo Vladimir Azevedo não foi feito nenhuma concorrência, como seria normal, um governo que se diz pautar pela ética, fazer. Aí vem o velho e batido adágio, poder pode, mas não deveria ter ficado fazendo vários aditamentos, isto da margem, como diz o manual da corrupção: excesso de aditamentos em contratos antigos é sinal de fagulha de corrupção, e, pra pegar fogo é um passo.
Em janeiro a Prefeitura transferiu para a Casablanca pagar os fornecedores de mídia R$ 650 mil reais, em abril R$ 500 mil reais, junho foram R$ 400 mil reais e em agosto R$ 80 mil reais.
Veja os outros gastos com comunicação não escondidos da Secretaria Adjunta
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Os gastos não podem aparecer por vários motivos, o principal é que os dois grupos rivais de comunicação (Sistema MPA, do Mayrink Pinto de Aguiar e o Sistema PEMAFA, de Pedro Magalhães de Faria), não podem saber quanto o outro está faturando, isto geraria um sério desconforto para o governo, e de quebra ainda tem o Jornal Gazeta do Oeste, e as TV´s Integração e Alterosa.
Como os critérios políticos em prefeituras municipais do interior do país e até mesmo de capitais, sobrepõe os técnicos, os diretores e o profissionais de mídia das agencias, no caso de Divinópolis leia-se diretamente Casablanca estão como meros repassadores de verbas e não analistas técnicos de resultados, levando em consideração o que toda agência profissional leva, que comprar mídia tendo como base o COM – Custo por Mil.
A agência Casablanca quer mesmo é os 20% a quem tem direito por lei, o resto é o resto.
Para quem não sabe como funciona o ganho da agência. Toda publicidade que o anunciante, mais uma vez, neste caso, a Prefeitura de Divinópolis, fizer, por lei, a agencia (Casablanca) tem direito a 20% de comissionamento. Como o governo gastou R$ 1,6 milhões, a agência ganhou R$ 320 mil reais.
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