O texto elogia a postura firme de Dilma em relação às atitudes corruptas, diz que existe autoridade própria no governo herdado de Lula, e aponta a quebra de um modelo “relaxado” que, segundo o jornal, marcou os políticos brasileiros por muito tempo.
Dados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) são citados no editorial, e apontam que a corrupção custa ao Brasil cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB), o que corresponde a um valor entre R$ 50 bilhões e R$ 84 bilhões por ano. Segundo o jornal, a preparação para grandes eventos como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 é uma oportunidade para o aumento desses valores.
Segundo o Financial Times, os bons índices de aprovação e a maioria no Congresso garantem à presidente a manutenção da governabilidade. Além disso, é argumentado que, para desestimular a corrupção e aumentar a competitividade da economia brasileira, uma reforma tributária vigorosa seria um bom começo.





