A reunião entre o “staff” da Ferrovia Centro Atlântica e os representantes dos moradores, vizinho a empresa e sua linha férrea, ocorreu na mais perfeita harmonia e em um clima amistoso, bem diferente da reunião especial na Câmara Municipal de Divinópolis, no dia 26 de abril por solicitação da vereadora Heloisa Cerri. Naquela ocasião os ânimos estavam exaltados e acirrados. (veja matéria)
Estiveram presentes, representando a FCA, José Osvaldo Cruz, coordenador de Relações Institucionais; Fabiano Rezende, gerente de manutenção; Tarcisio Oliveira, coordenador de manutenção; Willian Aquino, Supervisor de Pátio; Guilherme Ribeiro, supervisor de vagões; Nilson Soares, supervisor de tração; Daniel Moreira, supervisor de locomotiva; Marcelo Pereira, inspetor de via; Fabio Miranda, analista der segurança empresarial; Paulo Pimenta, supervisor de via permanente; Tacyana Mendes, analista de meio ambiente; Carolina Falcone, analista de meio ambiente; Camila Batista, Assistente de meio ambiente e Marco Carneiro, supervisor de relações institucionais. E, representando os moradores, Mario Gustavo Ribeiro, Pio Geraldo, Mauro Fonseca de Freitas e Edna Maria Alves.
Inicialmente o coordenador de Relações Institucionais fez uso da palavra falando da estratégia da empresa de cada dia mais se aproximar da comunidade na qual está inserida e apresentou um vídeo institucional da FCA, juntamente com o supervisor de relações institucionais. A seguir Fabiano Rezende, gerente de manutenção fez uma explanação das diversas reivindicações dos moradores que eles já conseguiram atender.
As manobras de desmembramento e ou troca de locomotivas dos trens de 90 vagões vazios, estão sendo feitas fora do pátio de Divinópolis, os trens estão parando na travessia da Gerdau.
Foi constituída uma auditoria de pátio com o objetivo de evitar que as locomotivas fiquem ligadas desnecessariamente. O funcionário auditor ficará fiscalizando esta situação e instruindo os maquinistas a desligaram a máquina.
A partir de agora existe uma programação de manobra no pátio, para que elas sejam realizadas fora dos pontos de maior impacto para a comunidade.
Foi feita uma solicitação juntos ao departamento de engenharia da FCA para que estudem a possibilidade de mudança do padrão de buzina dos treusn entre o período de 22 as 06 horas da manhã, o objetivo é tentar reduzir o número de acionamento da buzina.
Já foram realizadas roçadas, e não capina química, em vários locais, na faixa do pátio de Divinópolis e em alguns trechos urbanos, como as proximidades da travessia da Av. Amazonas e outras travessia de nível.
No galpão de reparo foi colocado um piso emborrachado para evitar barulhos quando qualquer objeto ou ferramenta cair no chão. Foram realizadas manutenções na via, do perímetro urbano de Divinópolis até Ermida, e obras de melhorias na rede pluvial.
Os moradores reconheceram o empenho da FCA em resolver os problemas existentes, tanto é que a moradora Edna, uma das mais veementes re clamante na reunião especial ocorrida na Câmara, disse que o barulho melhorou um pouco depois da reunião. E, ficou sabendo ao término do encontro que o processo de melhoria das condições do meio ambiente continuará, tanto é que foi marcada uma nova data para um outro encontro de contínua avaliação dos progressos de melhoria que a empresa está se propondo a fazer.
Um dos grupos, constituído pelo ambientalista Jairo Gomes, a presidente do Partido Verde, Iris Moreira e dois funcionários da FCA, Tarcisio Oliveira, coordenador de manutenção e Camila Batista, assistente de meio ambiente, forma verificar o local onde as locomotivas são consertadas e era um local de provável foco, no passado, de derramamento de óleo, que segundo Jairo, ia parar dentro do Rio Itapecerica.
Camila Batista e Tarcisio Oliveira garantiram que não existe mais este risco, pois se tiver um derramamento de óleo as próprias valas de retenção, onde as locomotivas ficam estacionadas para reparos, conseguem absorver cerca de 300 mil litros de óleo, funciona como se fosse uma piscina, explicou Tarcisio. O ambientalista insistia que existe um duto que sai de dentro das FCA e vai para a rua. Os técnicos explicaram que isto não existe mais, e que uma nota rede foi construída, com o investimento de milhões de reais.
A visita foi transparente, não houve nenhuma restrição a mostrar qualquer local, o diálogo foi aberto com a predisposição da empresa em resolver os problemas do meio ambiente que tanto afligem a comunidade moradora nas imediações da oficina e do leito da via férrea, a prova disto é que um novo encontro de reavaliação foi marcado para o dia 15 de junho.
Ao término da visita após ser servido um café para os visitantes, houve uma nova rodada de conversação, para “fechar” alguns detalhes. A seguir a vereadora Heloisa Cerri, responsável pela provocação do encontro da comunidade com a FCA, fez uso da palavra agradecendo a hospitalidade da empresa e as ações que a empresa já fez (veja vídeo).
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O coordenador de Relações Institucionais também agradeceu a presença da comitiva dizendo que é propósito da empresa não só resolver os problemas atuais, mas criar uma maior aproximação com o município (veja vídeo).
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