Leia na íntegra o texto do editorial
| Pediu e levou Continua depois da publicidade A suspensão do vereador Edson Sousa do PDT, por iniciativa do Diretório Municipal, é apenas mais uma etapa no conturbado teatro elaborado pelo próprio político. Useiro e vezeiro de palavras e colocações fantasiosas, não raramente ele extrapolou as raias do possível para cair na vala dos bravateiros e falaciosos. Portanto, na instância máxima, o desligamento já era esperado, com o agravante de culminar também na perda do mandato. Membro do partido presidido pelo vice-prefeito Francisco Martins – componente da base de apoio ao atual governo municipal – Edson rebelou-se no exato instante em que não conseguiu entre seus próprios pares companhia para a formação de uma chapa para o empoderar como presidente da Câmara. A postura irritadiça, adquirida após falhar na manobra, as inúmeras contestações e os votos contrários do vereador aos projetos do prefeito e à sua coligação deram motivo mais que suficiente para um processo de expulsão da legenda, já que o mandato não lhe pertence, e sim ao partido. O confronto nunca foi interessante para a base. A intenção era conciliar, mas o passar do tempo provou esta impossibilidade. A nota divulgada pelo partido, durante a última reunião da Câmara, não disse tudo e omitiu o dado mais importante, que partiu do próprio Edson: o pedido de desligamento do PDT aos diretórios estadual e municipal. Pediu e foi atendido. Agora, não há nem como contestar o prazo dado, mais que suficiente para encontrar abrigo em outra legenda, o que não parece fácil. Como Edson virou contestador nato, para onde for levará também sua votação, tumultuando o processo para outros que também pleiteiam vaga na vereança. Parece tranquila a situação, mas não é. Melhor seria o enredo não ter chegado a este ponto, do ‘macaco que muito pula leva chumbo’, pois ninguém no partido admite agora sequer pensar mais na sua presença, considerada nefasta, na sigla. Continua depois da publicidade Amigos do parlamentar garantem que sua atuação tem incomodado também os irmãos da casa maçônica que frequenta.
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| Na quinta-feira, a rede pegou fogo com a divulgação da suspensão do vereador Edson Sousa do PDT, decisão tomada pelo Diretório Municipal.
Pego de surpresa, o vereador esperneou e ameaçou procurar instâncias superiores para defender seu direito de se manifestar como opositor. E provocou a ira dos funcionários da Casa ao afirmar que o técnico legislativo Vander Lúcio teria avisado ao presidente da Casa de que o documento não poderia ser lido durante a reunião. Vander Lúcio desmentiu a fala e diz que não se encontra com Edson desde o ano passado. Amigos do parlamentar garantem que sua atuação tem incomodado também os irmãos da casa maçônica que frequenta. |





