A Folha traça paralelos entre o poder, a popularidade e a tentativa de Lula vituperar a imprensa exercendo seu próprio direito à livre expressão.
A reação em cadeia dos grandes veículos de comunicação foi em conseqüência das últimas frases proferidas pelo presidente acusando-as de movimento orquestrado contra ele, o PT e a candidata Dilma e a ameaça de “derrotá-la”
Diante dos comentários de que a folha é serrista, o jornal se defende reafirmando sua orientação de independência, pluralidade e apartidarismo editoriais e relembra que essa mesma orientação foi incomoda ao governo tucano de Fernando Henrique Cardoso, tanto é que na entrevista em que se despede da Presidência, FHC acusou a Folha de haver tentado insuflar seu impeachment.
A Folha finaliza o editorial em tom de ameaça como guardiã do livre direito de expressão e opinião manda um recado “Fiquem todos advertidos, porem, de que tais bravatas somente redobram a confiança na utilidade pública do jornalismo livre. Fiquem advertidos de que tentativas de controle da imprensa serão repudiadas – e qualquer governo terá de violar cláusulas pétreas da Constituição na aventura temerária de implantá-lo.”
E, onde entra Divinópolis na “carona” deste editorial? Por que como lá, o governo do estado de Minas, quanto do município, que não é PT e sim PSDB, de Vladimir Azevedo, de Aécio Neves e Domingos Sávio, passam do ponto apenas do incomodo. E, ficando altamente irados com a liberdade de expressão da imprensa e qualquer opinião contrária que não os achem “bonitinhos”, retaliam cortando investimentos publicitários, ação esta que não ocorre no verdadeiro governo democrático de Lula, que somente fala, mas continua a anunciar na TV Globo, na Veja e na própria Folha e deixa instituição como a Policia Federal fazer o seu trabalho e divulgar, às vezes, até de forma espalhafatosamente, fato este que não ocorria no governo de FHC.





