Segundo o jornal Estadão, a Policia Federal, foi acionada de madrugada para garantir a distribuição de oito mil exemplares da revista no Tocantins.
O governo do estado, arbitrariamente, chegou a mobilizar 30 policiais militares.
A polícia tinha autorização para localizar e apreender as revistas. A Veja, no entanto, não faz parte da lista de veículos de comunicação censurados pela liminar do desembargador Liberato Póvoa.
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A apreensão só não foi consumada porque o procurador da Republica, Álvaro Lotufo Manzaono, foi acionado de madrugada e requisitou apoio da PF para escoltar o carregamento das revistas do aeroporto até a distribuidora em Palmas.
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