Matéria do Estado de Minas, citada no DP, alerta para o baixo IFDM de Divinópolis em contraponto ao destaque dado pela Revista Veja

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A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, anualmente apresenta o ranking de todos os 5.564 municípios brasileiros, tendo como base os dados oficiais relativos às três principais áreas de desenvolvimento: Emprego&Renda, Educação e Saúde. E, Veja cita exatamente como motores da economia divinopolitana, a educação e a saúde.
 
O resultado apresentado neste ano (2010) refere-se aos dados oficiais de 2007, como a Firjan explica em seu site.  
 
O interessante neste ranking, é que Divinópolis, aparece classificada em apenas 233º, ducentésimo trigésimo terceiro lugar no Brasil e 15º décimo quinto lugar em Minas.
 
A revista Veja em sua matéria especial sobre as metrópoles do futuro, coloca Divinópolis entre as 20 cidades de médio porte, com passaporte carimbado para o desenvolvimento em um futuro não muito distante.
 
Veja analisou dados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o número de habitantes, o PIB – Produto Interno Bruto do município, a renda per capita anual e o crescimento, tudo com base nos acontecimentos e eventos econômicos ocorridos entre o ano de 2002 e 2007. Analisou dados técnicos de seis anos em cima de uma mesa, e para fechar a matéria foi pessoalmente ao município constatar se era aquilo mesmo. Foi quando ficou sabendo da expansão do HSJD e ouviu a história da franquia da Benetton.
 
O IFDM do município classificado em 1º lugar é de 0,9349, o Divinópolis na sua colocação, 233º é de 0,7983
 
Em Minas estão na frente, Ouro Branco, Congonhas, Itabira, Nova Lima, Uberlândia, Betim, Lagoa da Prata, Belo Horizonte, Pouso Alegre, Varginha, Juiz de Fora, Contagem, Poços de Caldas, Itatubá e finalmente Divinópolis
 
 
40º
1º
MG
Ouro Branco
 

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0,8743

0,9547
0,8173
0,8509
62º
2º
MG
Congonhas
 

0,8583

0,9433
0,7628
0,8687
78º
3º
MG
Itabira
 

0,8512

0,9558
0,7327
0,8651
105º
4º
MG
Nova Lima
 

0,8369

0,9323
0,7773
0,8012
135º
5º
MG
Uberlândia
 

0,8274

0,8475
0,7247
0,9101
161º
6º
MG
Betim
 

0,8174

0,9235
0,6785
0,8502
164º
7º
MG
Lagoa da Prata
 

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0,8170

0,7703
0,8004
0,8804
179º
8º
MG
Belo Horizonte
 

0,8123

0,8612
0,7177
0,8581
191º
9º
MG
Pouso Alegre
 

0,8085

0,7728
0,7796
0,8731
196º
10º
MG
Varginha
 

0,8073

0,7357
0,7789
0,9073
203º
11º
MG
Juiz de Fora
 

0,8066

0,7828
0,7667
0,8705
206º
12º
MG
Contagem
 

0,8060

0,8314
0,7408
0,8457
214º
13º
MG
Poços de Caldas
 

0,8045

0,7661
0,8424
0,8050
215º
14º
MG
Itajubá
 

0,8037

0,7761
0,7990
0,8359
233º
15º
MG
Divinópolis
 

0,7983

0,7344
0,8022
0,8583
242º
16º
MG
Ipatinga
 

0,7960

0,8728
0,7315
0,7836
290º
17º
MG
Formiga
 

0,7866

0,6674
0,8199
0,8726
297º
18º
MG
Itamonte
 

0,7852

0,6499
0,7639
0,9419
323º
19º
MG
Araxá
 

0,7799

0,6381
0,8760
0,8256
 
 
A Federação das Industrias do Rio de Janeiro em seu site explica que o IFDM foi criado para acompanhar a evolução dos municípios, apontou que, em 2007, 31,4% dos brasileiros, ou 57 milhões de pessoas, viviam em cidades de alto desenvolvimento, enquanto 22%, ou 40 milhões, ainda não tinham serviços de qualidade na educação e na saúde e nem acesso a um mercado formal de trabalho estruturado.
  
No entanto, o País conseguiu reduzir o número de cidades de baixo desenvolvimento, até 0,4 pontos, para apenas 0,6% em 2007, contra 18,25% em 2000, primeiro ano de mensuração do índice. Aumentou o processo de concentração de municípios com índices entre 0,6 e 0,8 pontos, migrados de faixas inferiores, o que mostra tendência de redução da desigualdade entre os níveis de desenvolvimento das cidades.
   
A média brasileira do IFDM foi de 0,7478, 1,4% superior aos 0,7376 de 2006 e se confirmando na faixa do desenvolvimento moderado. Em 2000, primeiro ano apurado, a média nacional era de 0,5954 pontos, o que significava um desenvolvimento regular.
  
Em 2000, apenas 30,1% dos municípios brasileiros apresentavam índices na faixa de 0,6 a 0,8 pontos. Em 2006, o percentual saltou para 46,4%, passando em 2007 para 51,3%. Apenas 19 municípios apresentavam alto desenvolvimento em 2000. Agora, esse número é de 226.
 
O IFDM, que está na terceira edição, varia numa escala de 0 (pior) a 1 (melhor) para classificar o desenvolvimento humano, de acordo com dados oficiais relativos a emprego e renda, educação e saúde. Os critérios de análise estabelecem quatro categorias: baixo (de 0 a 0,4), regular (0,4001 a 0,6), moderado (de 0,6001 a 0,8) e alto (0,8001 a 1) desenvolvimento humano.
  
Pela primeira vez, educação apareceu como área de desenvolvimento de maior influência no desempenho do índice geral, enquanto saúde manteve a trajetória de ascensão vagarosa. Emprego e renda foi a área que registrou pequena acomodação.
  

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