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Candidato
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Partido
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Apoio
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Anderson Saleme
Aristides Salgado
Beto
Fabiano Tolentino
Francisco Martins
Galileu Machado
Marcos Vinicius
Rinaldo Valério
Roberto Bento
Rodrigo Resende
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PR
PC do B
PT
PRTB
PDT
PMN
PSC
PSL
PT do B
PSL
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Jaime Martins (PR) – Deficientes Físicos – INSS
Jô Moraes (PC do B) –
Reginaldo Lopes (PT) – Odair Cunha (PT)
Jorge Periquito – Jaime Martins – Segmento Rural
Vladimir Azevedo – Domingos Sávio – Confecção
Jaime Martins (PR) – PMDB
Mario de Oliveira (PSC) – Igreja Quadrangular
Jaime Martins (PR) – Classe médica
Luis Tibé (PT do B)
Jaime Martins (PR)
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Continua depois da publicidade ALENCAR DA SILVEIRA JÚNIOR
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PDT
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50.919
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CARLOS PIMENTA
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PDT
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53.154
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Continua depois da publicidade PAULO CÉSAR
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PDT
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47.428
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SARGENTO RODRIGUES
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PDT
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66.941
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SEBASTIÃO HELVECIO
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PDT
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89.173
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Em 2006, como candidato a deputado estadual pelo PMDB, Galileu obteve 18.920 votos, se na época estivesse no PMN, ele teria sido eleito.
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MARIA LUCIA
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PMN
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22.151
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WALTER TOSTA
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PMN
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41.565
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CARLIN
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PC do B
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21.048
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Anderson Saleme (PR)
Em seu primeiro mandato como vereador, em 2004, Anderson obteve 1608 votos. Em 2008 no segundo mandato, 2061.
Anderson faz uma campanha sem recursos financeiros, muito atrelada à campanha de Jaime Martins, com pouca visibilidade e nenhuma ação em outros municípios. Para ser eleito precisaria por volta de 50 mil votos.
Se o rumo de sua campanha não mudar. Não tem a mínima chance de ser eleito. Ele, com certeza deve saber disto. Mesmo com o apoio do seu “nicho”, funcionários do INSS e deficientes físicos.
Beto (PT)
Em que pese ser o mesmo partido do Lula e de Dilma, mesmo com seu histórico de militante de carteirinha do PT e sua atuação na Adefom, a eleição de Beto é muito difícil, quase impossível.
A campanha de Beto, a exemplo de Anderson, também é tímida de ações e materiais. Beto está atrelado a dois candidatos a deputado federal do PT, Reginaldo Lopes e Odair Cunha.
Fabiano Tolentino (PRTB)
O vereador participa da sua terceira eleição. A primeira em 2004, pelo PPS não foi eleito vereador, teve 1229 votos, já em 2008 foi novamente candidato e foi o mais votado da historia de Divinópolis com 5.155 votos.
A campanha de Fabiano Tolentino tem a segunda maior visibilidade em Divinópolis, somente Francisco Martins e Domingos Sávio tem mais materiais de campanha que o vereador.
Fabiano tem o apoio maciço de jovens e do segmento rural. Além de ter um programa de televisão sobre o assunto, é também juiz de competição de cavalos da raça campolina, tem o apoio da Associação dos Criadores desta raça em todo estado.
O vereador, é tido como provável eleito por todo mercado. Vai precisar de aproximadamente 25 mil votos.
Roberto Bento (PT do B)
Roberto em seu quarto mandato como vereador tem o estilo formiguinha. É metódico, é aplicado. Sua campanha a vereador é foi na “sola do sapato”, mas campanha para deputado, é outra história.
Roberto também a exemplo de Anderson e Beto do BT, tem uma campanha tímida de materiais.
O candidato a deputado federal que o apóia, Luis Tibé, mais atrapalha que ajuda. No inicio da campanha, chegou e colou dezenas ou talvez centenas de cartazes nos muros e foi alvo de pesadas criticas.
Mesmo com o baixo coeficiente do seu partido. Salvo, o acontecimento de um fenômeno que transcenda a lógica, Roberto também não deverá ser eleito.
Rodrigo Resende (PSL)
Rodrigo foi candidato a vice-prefeito na chapa de Geraldinho Martins (DEM), em 2008, a chapa ficou em terceiro lugar com 17.471 votos.
Mesmo o candidato tendo origem política, seu pai foi prefeito de Divinópolis, Walchir Resende, o sobrenome Resende não é conhecido pela nova geração, somente os mais antigos tem lembrança sobre a história da cidade.
A candidatura de Rodrigo, pela timidez financeira da campanha tem mais jeito de ser uma estratégia para 2012.
Rodrigo, com certeza, sabe, que pelo “andar desta carruagem”, também não tem chances de ser eleito.
Marcos Vinicius (PSC)
O candidato já foi vereador por dois mandatos, o primeiro em 2000 e o segundo em 2004. Sua votação como o vereador é pífia para postular ser candidato a deputado estadual, o que o “salva” é sua ligação com a Igreja do Evangelho Quadrangular, foi quem lhe deu os dois mandatos de vereador.
Marcos, com o acordo fechado com o presidente nacional da Igreja, e candidato a reeleição, como deputado federal, Mario de Oliveira. De ter toda região centro-oeste para trabalhar nos templos evangélicos da Quadrangular, tem grandes possibilidades de ser eleito.
Não só a igreja, como o partido, pode estar injetando recursos financeiros na campanha de Marcos. Por ser Mario de Oliveira, também presidente estadual do PSC. E o candidato a deputado estadual ter saído da campanha para prefeito em 2008, com inúmeras dívidas, não pagas até o momento.
Se os pastores e membros da igreja obedecer a direção central, não há dúvidas que as centenas de igreja da região Centro-Oeste de Minas, conseguem tranquilamente eleger o candidato, independentemente de Divinópolis.





