Todos, excetos os xiitas, radicais de esquerda, se é que exista ainda qualquer ideologia e posicionamento político-partidário ainda, tentaram passar emoção ao seu estilo e forma de ser emotivo.
Todavia, o único que passou emoção, e quase leva os telespectadores às lagrimas, segundo pequena enquete feita entre amigos, foi o PT. Dilma Rousseff, também quase chora.
José Serra, bem que tentou, mas dentro da linha pragmática e racional do PSDB, o choro, não fica bem, soa falso. Assim como a tentativa de popularizar Serra, chamando-o de Zé. Não dá ne!
Tanto Dilma quanto Serra iniciaram o primeiro programa falando de suas origens, dificuldades e as primeiras conquistas na vida pública.
José Serra, bem que tentou, mas dentro da linha pragmática e racional do PSDB, o choro, não fica bem, soa falso. Assim como a tentativa de popularizar Serra, chamando-o de Zé. Não dá ne!
O programa do PT foi mais elaborado cinematograficamente. Fotografia quase perfeita, transmitindo a leveza do ser humano (só o tempo dirá se foi a “insustentável leveza do ser”). O sorriso de Dilma convence bem mais que o de Serra, embora, o agora “Zé”, tenha melhorado bastante. No sorriso os dentes já aparecem.
Dilma relata o seu tempo de estudante e os tempos da ditadura militar, as agruras que passou. A candidata conseguiu até que seu ex-marido, Carlos Araujo, desse um depoimento de sua personalidade. Rousseff fala do papel de mãe, da doação da maternidade. (lindo e lírico).
O eleitor ficou sabendo, por exemplo, que Dilma foi a primeira mulher secretária da Fazenda do Rio Grande do Sul. E que Lula, se encantou com Dilma, quando um belo dia em 2002 ela entrou na sala dele com um laptop na mão. E a partir daí ele encontrou sua cara metade na política e a transformou também na primeira ministra das Minas e Energia, posteriormente ministra da Casa Civil.
Quanto a Serra, o eleitor descobre que por baixo daquela carranca, existe um coração (que frase piegas!). Tem uma cena de um portador de necessidades especiais, que o Zé forçou para se emocionar, mas não conseguiu. Se debulhar em lágrimas não é privilégio para todos, são poucos homens que são machos para chorar. Dentro de uma sociedade machista, é coisa de mulher, exceto Lula, com sua alma às vezes, “feminina”
De forma pragmática, seguindo o estilo PSDB de ser, vamos ao que interessa. Serra enumerou seus inúmeros feitos, entre os quais buscou para si, e é verdade, a paternidade do FAT – Fundo de Amparo do Trabalhador e falou bastante sobre as conquistas na área de saúde. Quando foi ministro da saúde e durante o como governador de São Paulo.
Serra, no que tange à seu know how na saúde, falhou em um aspecto, não passou sua vasta experiência para todo PSDB.
O diminuto tempo dos demais partidos, os chamados nanicos, dentro da proporcionalidade que a lei eleitoral impõe, alguns só reclamaram e atacaram o “império capitalista”
Marina Silva (PV), como era de se esperar, abriu o programa, discorrendo sobre os problemas de ecologia que assola o planeta. Os perigos da degradação do meio-ambiente. No Brasil com maiores riscos para São Paulo e Rio de Janeiro.
Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) falou de si e da sua opção pela igualdade social.
Rui Costa Pimenta (PCO) atacou o jogo de cartas marcadas, dizendo que o debate é somente para quatro candidatos. Para que os mesmos continuem mandando.
O Candidato do PSTU, o mesmo de Jorge Torquato, atacou o PSDB, falando dos terríveis anos que o partido esteve no poder. O PT não passa incólume das críticas, Zé Maria, fala das coisas que Lula não fez.
Levy Fidelix (PRTB), o mesmo partido de Jorge Periquito e Fabiano Tolentino, quer ser a voz dos alimentos ( ??? )



