O investimento em jogadores é de longe um dos melhores negócios, superando o imóvel, ouro, bolsa de valores e o pobre do dólar.
Os salários e ganhos indiretos com publicidade de Pelé, Zico Romário comparado com os “meninos” do futebol são considerados ninharias.
Se comparado então, com os craques do “passadão”, Nilton Santos, Garrincha e Gilmar Santos, entre outras dezenas ou quem sabe centenas de craques, a comparação beira a mendicância.
O que mudou? Os jogadores da atualidade jogam o chamado futebol arte, são mais craques que os do passado? Nada disso, com algumas exceções, muito pelo contrário.
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O que mudou foi a velocidade da comunicação. A notícia de uma pequena pedalada (passar a perna sobre a bola várias vezes, associado a uma jinga que só o brasileiro sabe fazer) vai de uma ponta a outra do mundo, do ocidente ao oriente e de norte a sul, em pouquíssimos segundos, pela internet.
Literalmente, em um belo passe de mágica, o valor do jogador sai do patamar de milhares para milhões de euros. Exagerando, do zero a dez, em segundos ou no mínimo em minutos.
E neste cenário, de super valorização na velocidade tecnológica da internet, Neymar, é o centro de uma disputa entre o Santos, seu atual clube e o Chelsea, um time da Inglaterra, que ofereceu diretamente para o jogador a bagatela de R$ R$ 68 milhões de reais.
Para que se concretize o sonho do time inglês é preciso pagar uma multa de rescisão de contrato de Neymar no valor de R$ 39 milhões.
O time alvi-negro, da baixada santista, chateado com o assedio direto ao jogador, vai mover na FIFA, uma ação de aliciamento






