A grande mídia nacional, como as emissoras de TV (Globo-Record-Alterosa), assim como as mídias impressa, Folha de São Paulo, O Globo, Correio Brasiliense, Estadão de São Paulo, as revistas Veja, Isto É, Época. Expressam-se com liberdade de falar bem ou mal do governo do PT de Lula. Do governo do PMDB de Sérgio Cabral do Rio de Janeiro.
Mas, o partido PSDB, que se diz-se centro-esquerda, se é que ainda existe alguma ideologia neste sentido, com a velha posição de extrema direita, da época da ditadura militar, onde os veículos de comunicação passavam por censura, prévia do que podia ou não publica, não admite de jeito nenhum.
Complica-se ainda mais, quando se fala em fazer comunicação no interior. É bastante difícil. Isto porque os governantes não compram a pequena mídia baseados em dados técnicos e sim políticos. Quem está isento do critério político, é a Globo, até mesmo a TV Alterosa de vez enquanto é penalizada.
Contudo, a lógica é simples de ser entendida e a justiça vai entender isto: Os recursos do município de onde vem? Quer seja verba federal, estadual ou arrecadação de impostos e taxas do próprio município. Vem do contribuinte, não é mesmo!, Logo a verba publicitária vem do mesmo lugar. É do povo. Então, ela não pode ser usada a bel prazer, tendo como critério os amiguinhos e a auto-promoção dos governos, correto? Desta forma o uso indevido, torna-se malversação do dinheiro publico. Isto é o quê? Crime
Muitos dirão: se é crime porque ninguém fez nada até agora? Por acomodação, medo de retaliação, uma série de coisas. Entretanto, o Divinews não comunga deste pensamento.
Este tipo de atitude, não podemos nem chamar isto de gestão, é prática antiga em Divinópolis e em quase todos os outros cinco mil e poucos municípios do país. Vários jornais e agora site foram penalizados.
Não temos condições de o governo de Domingos Sávio (PSDB), à frente da prefeitura de Divinópolis. Mas a partir dele, Galileu Teixeira e Demetrius Arantes, tiveram que ora Vladimir Azevedo tem.
Um dos jornais mais penalizado neste sentido foi e é o Jornal Magazine, da jornalista Cibele Leite. Que com muita dificuldade e esforço da editora, ele continua no mercado.
No atual governo de Vladimir Azevedo, o Jornal Magazine, não recebeu um único centavo. Isto porque durante a campanha sua linha editorial foi de oposição. Segundo o próprio governo, revelando coisas pessoais.
Fazemos o seguinte questionamento: desde quando homem público, candidato ou governante tem “coisas pessoais”. A resposta é nunca! Sabem por quê? Porque administram ou administrarão bem públicos, principalmente as finanças oriundas de impostos e taxas do contribuinte.. Então, Presidente da República, Governadores, Senadores, Deputados, Prefeitos, vereadores, Secretários, Assessores, precisam para parar com este pensamento, de que tem vida pessoal, particular. Estão trabalhando na Administração Pública. Não têm.
O IVC – Instituto Verificador de Circulação é uma empresa que afere o índice de tiragem e circulação da mídia impressa, e mais recentemente da mídia eletrônica, sites e blogs. O Ibope mede a audiência das emissoras de televisão, rádio e também de sites.
Para um jornal se filiar ao IVC e ter sua circulação auditada é preciso pagar uma taxa, que não é exorbitante, esta taxa inicialmente, é de acordo com o número de jornais que a empresa informa imprimir. Depois da auditagem, eles vão saber o número real e vão cobrar de acordo com o número auditado.
Este é um critério técnico, que resolveria de vez a malversação do dinheiro público do contribuinte, empregado na publicidade, no município de Divinópolis.
O grande problema da administração, tanto a atual, quanto as anteriores, com uma ou outra exceção, é que a comunicação, por loteamento político, acaba ficando na mão de profissionais sem qualificação para a gestão plena da pasta.
É preciso profissionalizar a administração pública de uma vez por todas. São profissionais, que continuam à frente, por agradarem o chefe, fazem blindagem, falam só o que o chefe quer ouvir e não o que precisa ouvir. Claro, muitas vezes, também não falam porque não tem conteúdo nem de vida e muito menos editorial.





