Veja o destino dos onze ministros que deixam o governo para se candidatar

Publicado por: suporte

Dilma Rousseff (Casa Civil) = Presidência da República
Edison Lobão (Minas e Energia) = Senado
Carlos Minc (Meio Ambiente) = Assembléia Legislativa
Édson Santos (Igualdade Racial) = Câmara Federal
Reinhold Stephanes (Agricultura) = Câmara Federal
José Pimentel (Previdência Social) = Senado
Henrique Meirelles (Presidente do Banco Central) = Senado
Helio Costa (Comunicações) = Senado / Governo de Minas
Geddel Vieira (Integração Nacional) = Governo da Bahia
Alfredo Nascimento (Transporte) = Governo do Amazonas
Tasso Genro (Justiça) =

Entre os demissionários, apenas quatro têm eleição praticamente garantida. Outros quatro estão bem cotados para os governos estaduais e federal, incluindo a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata à Presidência.

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Edison Lobão (Minas e Energia), Carlos Minc (Meio Ambiente), Édson Santos (Igualdade Racial) e Reinhold Stephanes (Agricultura) têm eleição quase certa. A vantagem é grande porque os quatros almejam cargos proporcionais. Deputados federais, Santos (PT-RJ) e Stephanes (PMDB-PR) tentarão permanecer na Câmara dos Deputados. Minc disputa a reeleição a deputado estadual fluminense. A permanência no Senado por mais oito anos faz parte dos planos de Lobão (PMDB-MA). “Os ministros vão muito bem na eleição.

Quem parte para uma eleição proporcional está praticamente garantido e quem vai para as majoritárias entra com chances reais de vitória”, aposta o analista político do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Antônio Queiroz.

Os ministros da Previdência Social, José Pimentel (PT-CE), e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles (PMDB-GO), são os únicos com situação indefinida. Ambos devem disputar vaga no Senado, mas encontram adversários fortes. No Ceará, uma das vagas está quase certa para Tasso Jereissati (PSDB-CE). O outro mandato deve ficar entre Pimentel e o ex-ministro das Comunicações Eunício de Oliveira (PMDB). Em Goiás, Meirelles enfrentará os atuais senadores Demóstenes Torres (DEM) e Lúcia Vânia (PSDB).

Estados

As maiores dificuldades para os ministros se concentram nas eleições estaduais. No Amazonas, o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, divide a preferência do Planalto com o atual vice-governador, Omar Aziz (PMDB), mas leva ligeira vantagem. Em Minas, Hélio Costa busca apoio dos petistas Fernando Pimentel e Patrus Ananias – postulantes à vaga. Ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus conversará com Lula durante a semana para definir seu destino político.

Dos quatro ministros candidatos aos governos estaduais, apenas Geddel (PMDB) largaria em clara desvantagem, na Bahia. O titular da Integração Nacional tem como adversário o atual governador, Jaques Wágner (PT), e o ex-governador Paulo Souto (DEM).

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