Antônio Rodrigues (Toninho), presidente do sindicato patronal, disse que realmente a pedida inicial dos empregados do setor confeccionista, através do SOAC, foi 8,39%, todavia, não foi aceita pela diretoria do Sinvesd e pelos empresários do setor.
A celeuma estabeleceu-se em conseqüência de um mal entendimento, já na primeira reunião. A ata, segundo o presidente do Sinvesd, está confusa, para entendê-la é necessário ler mais de uma vez e com bastante atenção. Ele reafirma que nesta reunião, nada foi acordado. O Soac apresentou os 8,39% como uma proposta, sua assinatura está na ata, porque como presidente teria que assinar, mas daí falar que há concordância, quanto ao índice, vai uma distancia muito grande.
Outro ponto controverso é uma contribuição mensal dos empregados que há anos vem sendo descontado diretamente no contra-cheque do empregado a favor do SOAC. Muitos empresários além de terem parado de descontar dos funcionários estão incentivando que os mesmo solicitem formalmente, através de correspondência, o cancelamento de tal desconto.
A convivência entre os dois sindicatos, mesmo em lados opostos, era cordial, mas ao que parece, está tomando o rumo da contenda com os ânimos acirrados dos dois lados.
Uma das maiores reclamações e observações dos empresários é a forma como o SOAC é gerenciado, além da existência de diversos parentes dentro da entidade, o tempo de 12 anos que Máximo está à frente da instituição como presidente, incomoda a quase todos os empresários. Alguns empresários chegam a afirmar “deixa prá lá, é pouco… é um mal necessário”
Veja cópia da Ata





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