Desenvolvemos a tese que, a grande maioria das pessoas com viés político começam a mentir, quando idealizam a possibilidade de se tornarem políticos, participarem da sua primeira campanha.
No momento que começam a fazer alianças e captar pessoas para realizarem seus sonhos ou pesadelos políticos, inicia-se a saga da mentira.
Começam a prometer coisas que não vão conseguir cumprir, alguns sabem previamente disto, outros se perdem nas excessivas promessas.
A mentira começa na primeira campanha, depois vem a segunda, a terceira e pronto! Tornam-se especialistas ao ponto de fazer a mentira virar verdade e a verdade virar mentira.
A praga da mentira é entranhada na personalidade do político brasileiro, a partir das campanhas, para ganhar perdem a personalidade e o caráter.
As mentiras da política se solidificam resvalando para a vida pessoal, pode passar para gerações futura tornando-se um ciclo.
Uns poucos, quando atingem o seu objetivo, sendo eleito, até diminuem, mas nunca param, porque existe a ambição do cargo seguinte ou a reeleição para mais um mandato.
O eleitor estimula as mentiras no político, porque pede o que não deveria, sabendo previamente que não será atendido, isto no aspecto pessoal das promessas de favores.
Já nas ações intrínsecas de governo, obras e acordos prometidos e não cumpridos os componentes e as motivações das mentiras são outros. Mas, este assunto fica para uma próxima vez.
A mentira fica tão cristalizada no caráter do mentiroso, que ele perde o cuidado na elaboração da mentira, crê tanto na sua mentira que na sua mente a transforma em verdade, achando que o outro também crerá. Só consegue convencer alguns dos seus também mentirosos partidários, que fingem crê para agradar o chefe.






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