ACID apresenta: Palestra com Ricardo Nunes

Publicado por: suporte

O evento acontecerá no auditório das Faculdades Pitágoras, às 19h30. A palestra é uma realização da ACID, Sindicato do Comércio Varejista – Sincomércio, Conselho da Mulher Empreendedora e Projeto Pão da Alma com o apoio do Sebrae, Faculdades Pitágoras e Lumierè Motel.  

 
O tema da palestra é “Ousadia para transformar 1 em 1 milhão. Ricardo Nunes, uma trajetória de superação e sucesso”. O objetivo da palestra é repassar aos associados e empresários interessados, todo o conhecimento de Ricardo na gestão e solução para negócios. Contando sua trajetória de sucesso, Ricardo abre novos caminhos aos empresários a pensarem sobre a nova forma de administração que foge aos moldes fixos. Com criatividade e muito carisma, Ricardo Nunes promete encantar a platéia e formar novos cases de sucesso.
 
O preço do investimento é de R$ 30 para os associados e R$ 40 para os não associados da ACID. O evento tem vagas limitadas e os ingressos podem ser retirados na sede da ACID, que fica na Avenida 21 de Abril 1590, Bairro Santa Clara ou pelo telefone 3229-7850.  
 
 
Sobre o palestrante
 
Em menos de duas décadas, o mineiro Ricardo Nunes, de 40 anos, fez da Ricardo Eletro uma das dez maiores redes de varejo de eletrodomésticos do país a partir de sua cidade natal, Divinópolis. Sem formação superior, Nunes entrou no mundo do varejo ainda garoto. Depois de perder o pai, aos 12 anos, passou a acompanhar a mãe nas viagens que ela fazia a São Paulo para comprar bijuterias para revender em Minas Gerais.Hoje, a Ricardo Eletro é líder em seu estado e um dos varejistas que mais crescem no Nordeste.
Abri minha primeira loja em Divinópolis, no interior de Minas Gerais, quando tinha 20 anos. Coloquei um aviso na porta: “Cobrimos qualquer oferta de eletrodoméstico do Brasil”.
Mas a maior parte do estoque não era de eletrodomésticos. Era de brinquedos. Eu vendia os eletrodomésticos portáteis abaixo do custo. O lucro dos brinquedos, principalmente ursinhos de pelúcia, compensava o prejuízo. Com isso, fui formando volume na venda de eletrodomésticos portáteis. Três meses depois, abri a segunda loja, na qual passei a vender geladeiras, fogões e televisores comprados de atacadistas. Após seis meses, montei a terceira loja.
Só consegui escapar dos atacadistas e comprar direto dos fabricantes quando montei a quarta loja, em Nova Serrana, também no interior de Minas. Aos poucos, abri filiais nas cidades próximas. Em 1996, inaugurei a primeira filial em Belo Horizonte. Como nos tempos dos ursinhos de pelúcia, vendia mais barato em Belo Horizonte e compensava as perdas com o que ganhava nas outras nove lojas do interior. Investia boa parte do lucro em publicidade e, com isso, passei a crescer em Minas.
A forma para concorrer com as redes maiores foi atacar com preço baixo. Mas para fazer isso é preciso ter custo menor que o da concorrência. Por isso, a estrutura aqui é pequena. Economizamos até no cafezinho. Se for preciso acordar 5 da manhã para pegar um vôo mais barato, eu acordo. Cheguei à conclusão de que manter entrega própria, por exemplo, era muito caro. Hoje, nossa frota é terceirizada. Só não economizamos em publicidade. Não adianta baixar o preço se ninguém souber que você está vendendo barato.
Um dos segredos da Ricardo Eletro é que a empresa inteira é orientada a negociar com o cliente e cobrir as ofertas dos concorrentes. Os vendedores são treinados para isso. Qualquer um dos gerentes pode me ligar a qualquer hora e negociar comigo o melhor preço para o consumidor. Até hoje atendo telefonemas de clientes. Eu gosto de loja, gosto de gente. Gosto de entender o que o consumidor quer. Não sou só administrador, continuo sendo vendedor.
Dizem que quem vendesó pelo preço quebra. Se não tiver um custo baixo, quebra mesmo.Se não procurar outras receitas paralelas, também. Buscamos receitas de todo jeito que for possível. Por exemplo, vendemos 300 000 títulos de capitalização por mês a 2,50 reais cada um. Negociamos com nossos fornecedores para que anunciem nos aparelhos de TV ligados dentro da loja e cobramos por isso. Em nossas unidades, vendemos de cursos de informática a imóveis. Isso ajuda a cobrir os custos.
Brigo muito com a indústria para fazer o menor preço possível à vista. Posso vender uma prancha de cabelo, por exemplo, por 29,90 reais, enquanto o mercado a oferece por 49,90. Com isso, em vez de vender 100 pranchas, vendo 10 000. Meu cliente acaba fazendo um sacrifício para comprar à vista e aproveitar o preço. Como a margem é pequena, ganho na escala. E conseguimos negociar bons descontos com os fornecedores graças ao volume de compras.
 
Thamires Santos – (37)8827-7731- 37 3229-7850
 
 
 
                                                      ACID
                                             Gestão 2009/2011
                       Construindo o caminho para o desenvolvimento

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