Além do vereador Geraldinho da Saúde, estiveram presentes, para compor a mesa, o presidente da câmara, Edmar Rodrigues, o vereador pastor Paulo César, a vereadora Heloísa Cerri, o vereador Fabiano Tolentino, a secretária municipal de saúde, Cherie Mourão, o infectologista, Lécio Vasconcelos Júnior, a promotora Gisele Penteado e um representante do Corpo de Bombeiros de Divinópolis. Estudantes da área da saúde e demais interessados também estiveram presentes para acompanhar a audiência.
Segundo o vereador Geraldinho da Saúde, o evento se deu em razão da preocupação que gira em torno da pandemia da chamada gripe suína. Para tal, toda a população foi convidada a participar, discutir e propor ações de prevenção para a população.
O médico infectologista expôs diversas informações sobre o histórico de pandemias, dizendo que elas podem acontecer a cada 10 ou 20 anos. Foram apresentados dados sobre nova gripe, como por exemplo, sua trajetória, grupos de risco e medidas de precaução.
Durante a exposição, Vasconcelos disse que a maioria dos casos de gripe melhora sem a necessidade de se hospitalizar o paciente ou mesmo a intervenção de cuidados médicos.
A previsão sobre as conseqüências da gripe fez com que os países criassem mecanismos de controle da doença, completa o médico. Sendo assim, o infectologista diz que no Brasil parece haver uma queda na transmissão da gripe, principalmente nos primeiros estados nos quais foram constatadas a doença como Rio Grande do Sul e São Paulo.
Em Divinópolis, ainda não se sabe se o grau de transmissão também diminuiu, esta informação poderá ser obtida na próxima semana, quando houver um balanço da doença na cidade, conclui o médico.
Para reforçar as medidas de prevenção, a vereadora Heloísa Cerri apresentou uma animação em vídeo que de forma simples mostrou como o vírus da gripe é facilmente contraído e reproduzido, mas que lavar as mãos pode ser uma medida muito eficaz de impedir sua proliferação.
A secretária municipal de saúde disse que tão logo a doença foi anunciada que a doença já estava em Belo Horizonte, a SEMUSA foi pró-ativa e se preparou para o que pudesse vir.
Para tirar as possíveis dúvidas que ainda poderiam ter, o microfone foi aberto pra que as pessoas pudessem se manifestar, fazer perguntas ou até mesmo sugerir possíveis ações.






